Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Tuga em Londres

A vida de uma Lisboeta recentemente Londrina.

Comprar casa em Londres - Ainda não foi desta

Na continuação do meu post anterior, passei o início da semana ansiosa para saber a resposta do vendedor. Na segunda-feira ficamos a saber que a tal casa tinha recebido mais 3 outras ofertas, e que a outra que também tínhamos visto e de que tínhamos gostado recebeu duas outras ofertas. Decidimos fazer uma oferta para essa também, visto as nossas hipóteses não serem tão boas com a outra. Em ambos os casos, o agente pediu-nos para dar-mos a nossa 'melhor e final oferta' até ao dia seguinte. Isto faz parte do processo habitual, para dar hipótese aos compradores de fazerem a oferta mais alta que poderem se quiserem mesmo aquela casa, e também para dar ao vendedor o maior valor possível. 

 

Infelizmente, como o mercado está agora - em que há muito poucas novas propriedades a sair no mercado, mas há muitas pessoas a quererem mudar para um espaço maior devido ao lockdown - não me parece que vamos conseguir encontrar qualquer propriedade em que não tenhamos concorrência na oferta. 

 

Lá pensamos naquilo que podíamos/queríamos oferecer como valor máximo por cada uma das casas e enviamos as nossas ofertas finais no dia seguinte. 

 

Para a casa que tinha mais duas ofertas, recebemos uma resposta nesse mesmo dia - o vendedor tinha aceito a oferta de outro comprador que colocou uma oferta acima da nossa, e acima do preço anunciado, e que não tinha nenhuma casa para vender, portanto, supostamente poderia proceder ao contrato mais rapidamente que nós. 

 

Para a casa que tinha mais três ofertas, só recebemos a resposta na quarta-feira - também foi uma resposta negativa. O comprador que teve a sua oferta aceite colocou uma oferta ao mesmo valor que nós, e também acima do preço anunciado, mas não tinham uma casa para vender. 

 

A conclusão é que esta coisa de ter uma propriedade para vender nota-se muito problemática porque, quando em competição com outros, aquele que não estiver numa 'chain', ou seja, que não tenham uma casa para vender, vai estar sempre em vantagem. 

 

Na quinta-feira, o nosso apartamento entrou no mercado. E já não era sem tempo, porque enquanto o tivermos, acho que não vamos conseguir comprar nada. O problema agora vai mesmo ser quanto tempo a venda vai demorar. O meu vizinho de cima que tem um apartamento do mesmo tamanho e que começou a publicitá-lo em Dezembro, ainda não recebeu nenhum interesse de potenciais compradores, e isso preocupa-me.

 

Lembro-me que na altura em que andei à procura de apartamentos em shared ownership, há cinco anos atrás, eu tanto procurava novos edifícios como apartamentos em segunda-mão, e a procura era imensa que, assim que aparecia um no mercado, era vendido quase imediatamente. Como o apartamento está em perfeitas condições, é espaçoso para um apartamento de 1 quarto, e a localização é óptima em termos da proximidade ao centro e a muitas zonas populares em Hackney, achei que não haveria dificuldade nenhuma em vender, mas agora com o exemplo do meu vizinho estou com medo que a pandemia tenha afectado essa possibilidade. 

 

De qualquer forma, acho que agora o melhor será mesmo esperar até pelo menos começar a ver algum interesse no apartamento antes de nos dedicarmos novamente à procura de nova casa. Não temos urgência em sair mas claro que, agora que temos em mente a ideia de podermos ter uma casa com mais espaço e mais divisões onde poder trabalhar de casa, é desanimador ter que adiar essa mudança. 

 

Se conhecerem alguém interessado em comprar o seu primeiro apartamento em shared ownership, não deixem de entrar em contacto 

Comprar casa em Londres - Parte III

Este mês ainda não tinha vindo escrever sobre a situação actual da procura de casa, mas só parámos de procurar mesmo nos dois fins-de-semana do Natal e Ano Novo. Mas devo dizer que o mercado tem estado fraquito neste início de ano. Não me surpreende muito visto estarmos em lockdown, e talvez os vendedores prefiram deixar esta fase passar antes de ter várias pessoas a entrar nas suas casas, mas não deixa de ser um bocadinho desmoralizante quando não se vê nada interessante a aparecer no mercado. Mesmo assim, apesar de terem aparecido poucas propriedades, conseguimos encontrar duas semelhantes de que gostamos - a primeira está em óptimas condições mas a localização não é ideal em termos de distância a andar para locais de que gostamos, e também é um pouco mais distante dos nossos respectivos escritórios, quando eventualmente abrirem. 

 

A segunda precisa de renovações logo de início, mas preferimos a sua localização. Quando as vimos pela primeira vez, em dias diferentes, estávamos quase convencidos de que queríamos fazer uma oferta à primeira, mas ao visitarmos ambas pela segunda vez no mesmo dia apercebemo-nos de certas outras vantagens que a segunda tem comparativamente com a primeira, para além da localização. Como tal, decidimos fazer uma oferta na segunda propriedade. 

 

Já vai ser a terceira oferta que fazemos. Adorava que fosse desta que conseguíssemos que a oferta fosse aceite, mas já sabemos de pelo menos mais outra oferta que foi feita, e haviam mais 4 pessoas a fazer uma segunda visita tal como nós, por isso imagino que vamos ter bastante concorrência. 

 

Depois ainda temos a desvantagem de que o meu apartamento ainda não está no mercado. Já deveria estar, que a avaliação e as fotos tão tratadas. Só falta mesmo à associação que me vendeu a casa colocá-la no mercado porque, sendo vendida em esquema de shared ownership, é a associação que deve publicitá-la durante as primeiras 8 semanas, e só se não conseguir é que eu posso utilizar um agente. 

 

Inevitavelmente, cada vez que faço uma oferta numa casa, até saber a resposta do vendedor fico ansiosa pela resposta, começo a imaginar-me a viver lá, e claro que, cai-me tudo quando a resposta é negativa. 

 

Não sei se recebo a resposta já amanhã. Imagino que não seja uma decisão imediata, mas espero que não demore muito que agora só quero saber se vamos conseguir ficar com aquela casa ou se não. 

 

 

via GIPHY

 

Comprar casa em Londres - Parte II

Como tinha indicado neste post, escrito no fim de Novembro, demos início à procura de nova casa este Outono. Desde então conseguimos visitar mais umas 10 casas durante o mês de Dezembro, e fizemos mais uma oferta noutra casa que gostamos. A nossa oferta também não foi aceite pela segunda vez. Desta vez foi porque estamos numa 'chain', ou seja, temos um apartamento para vender antes de podermos comprar a próxima casa. Inicialmente até pensamos que tal não fosse preciso, mas quando colocamos a oferta nesta segunda casa, falamos com um 'mortgage adviser' que nos informou que, se não vendermos o nosso apartamento primeiro, vamos pagar o dobro do stamp duty. Ah, pois! Não sabíamos nada disso. E, por esta altura, mesmo que fossemos encontrar uma casa em Dezembro, provavelmente já não iríamos a tempo de conseguir fazer troca de contratos antes do final da 'stamp duty holiday', ou seja a isenção de imposto na compra de casa que o governo está a oferecer até Março, porque geralmente demora mais que 3 meses para se finalizar a compra de uma casa. Isto explica uma das razões porque os agentes imobiliários continuavam a insistir de que deveríamos falar com um 'mortgage adviser' o quanto antes (para sabermos informações desse género, e porque queriam introduzir-nos aos seus parceiros para receberem comissão na introdução, mas essa é outra história). 

 

Enfim, cá nos encontramos então numa nova situação - sabemos agora que vamos ter que vender o nosso apartamento antes de poder comprar nova casa. Porque para já, ter este apartamento, faz-nos compradores menos 'fortes' em comparação com outros que não tenham casa para vender, ou seja, estejam 'chain-free', e portanto, mais disponíveis para tratar do processo de compra mais rapidamente. Geralmente, os vendedores preferem sempre compradores que estejam dispostos a trocar contratos o mais depressa possível, principalmente se eles próprios estiverem numa chain, ou seja, têm que vender a sua propriedade, para poderem comprar outra. 

 

Assim sendo, a decisão foi feita por nós de que temos que vender primeiro. Então lá comecei o processo, e chamei um agente cá a casa para nos fazer a avaliação do valor do nosso apartamento. Em 4 anos o seu valor subiu £15000 o que não é mau de todo, mas como só comprei uma pequena percentagem da casa, apenas vou receber essa percentagem do aumento do valor, menos as despesas em advogados, taxas de venda etc, o que significa que provavelmente vou ficar com zero de lucro, mas desde que me cubra as custos da venda, seria muito bom. E se não perceberem o que quero dizer com ter apenas uma percentagem da casa, podem ler mais sobre shared ownership neste post.

 

Como este apartamento possuo em shared ownership, tenho que dar a oportunidade à organização que me vendeu o apartamento através deste esquema, para vendê-lo primeiro. Assim sendo, como o próximo passo, eles vão anunciar o apartamento e têm 8 semanas para o venderem. Se ao fim das 8 semanas ainda não conseguirem ter vendido, podemos então tentar vender no mercado aberto e escolher os nossos agentes imobiliários, mas sinceramente, espero que eles o consigam vender nas 8 semanas porque isso ia evitar taxas adicionais de venda através de um agente imobiliário. O problema que também temos, é que podemos encontrar alguém rapidamente para comprar este apartamento visto ser tão bem localizado perto do centro, do canal, de parques etc, mas ainda não termos encontrado uma outra casa para nos mudarmos. E aí é que a coisa se torna mais complicada. Porque ou temos que fazer o nosso comprador esperar, ou temos que nos mudar para acomodação alugada até encontrarmos a nossa próxima propriedade. De qualquer forma nenhuma dessas hipóteses é ideal, mas a ver vamos. A saga continua a partir de Janeiro. 

for-sale-coming-soon-sign.png

 

1º Aniversário na nova casa

Mal posso acreditar que já passou um ano desde que me mudei para o meu apartamento. Há exactamente um ano atrás, por esta hora (20:30h) estava eu no IKEA de Edmonton duvidosa sobre as várias opções de mobílias que tinha visto, com o meu namorado chateado a dizer que eu me tinha que despachar que já estava mais que farto de estar ali  Claro que acabei de sair de lá só mesmo quando fecharam a loja e nos mandaram embora, mas saí sem tudo aquilo que queria e, com a pressa, ainda acabei por trazer umas coisas de que mais tarde me arrependi. 

 

Eventualmente aos poucos e poucos lá fui encontrando as coisas que queria e hoje, um ano mais tarde, sinto-me confortável nesta casa e consegui decorá-la da forma que mais ou menos imaginei ao início. No entanto, ainda não está tudo. Faltam principalmente alguns quadros na parede e um tapete para a sala, mas tenho que ter uma nova onda de energia para voltar a andar à procura deles. 

 

Mantenho-me contente com a decisão de ter comprado em 'shared ownership' e recomendo para quem está na dúvida se essa será uma boa opção. No meu caso ainda não vi qualquer factor negativo relativamente a ter comprado em 'shared ownership' em vez de por inteiro, e bem sei que é uma dúvida que balança muitas pessoas, quando se encontram na fase de comprar casa. Valorizo tanto a localização que tenho a certeza que não iria ter gostado tanto de viver numa casa equivalente mas que fosse totalmente minha, numa zona mais distante onde o valor total da casa fosse mais alcançavel para mim. 

 

No primeiro dia em que fui buscar as chaves e entrei no meu apartamento pela primeira vez, sentei-me no chão da varanda com uma garrafita de vinho branco. 

nova-casa-celebrar.JPG

Um ano depois, estou a celebrar na mesma varanda com um copo de gin e tónico, com a diferença que desta vez já não me tenho que sentar no chão.

1-aniversario-casa.JPG

 

Está quase!

Comecei pelas 10:30h da manha e terminei pelas 20:30h. Ainda estou exausta, mas valeu a pena. O meu flatmate Ingles lá arrumou "quase tudo" da tralha que estava na parte lateral da casa do lado de fora, mas assim que acabou (passado cerca de uma hora) veiu para casa e disse que tinha que "chill out" porque estava demasiado cansado. Coitado! Tenho imensa pena dele que ficou tao extasiado com tanta arrumacao. {#emotions_dlg.barf} Enfim, o que é que se há-de fazer. Tambem nao me quero chatear com estas coisas. Quero é ter as grande limpezas feitas e depois o resto é uma questao de manutencao. Tudo o que era limpezas principais ficou feito. Agora só falta arrumar umas ultimas coisas e está tudo. Depois desta nao me quero voltar a mudar

Nova casa outra vez?

Continuo não muito contente com o apartamento onde estou a morar por isso, quando uma amiga minha me disse que ela e uma flatmate iam sair da casa actual de 3 quartos e os dois quartos iam ficar vagos, não tive que pensar duas vezes.

 

Falei com o meu flatmate, fomos conhecer o potencial novo flatmate, demo-nos bem, e demos o aviso ao nosso senhorio actual que nos queremos mudar no final de Junho. O problema é que tratar da papelada com a nova casa é um bocado mais complicado e demorado, logo, neste momento estou sem casa nenhuma para o final do mês. Segundo o nosso senhorio já não podíamos voltar atrás quando déssemos o aviso. E ainda nos estão a fazer verificações de referencias para a casa nova portanto ainda nada está assinado. Deixa-me um bocadinho nervosa, mas espero que as coisas se desenvolvam nos próximos dias porque senão,... vou morar para baixo da ponte.  

 

 

A viver de caixas

Uff, finalmente tenho oportunidade para voltar a escrever por aqui:

1. Ainda não tenho internet na casa nova

2. Tive ontem o meu exame da minha pós-graduação e todo o tempo que tenho tido em que não estou a trabalhar, tenho estado a estudar.

 

As coisas boas:

1. A O2 vai lá colocar Internet para fins da próxima semana

2. Após longas horas de concentração, acho que o trabalho valeu a pena porque o exame correu-me bem (ou pelo menos espero nao estar enganada).

 

Com isto tudo do exame, significa que ainda estou a viver de caixas e malas. As coisas básicas tipo roupas, cozinha, etc., já está tudo tratado, mas tudo o resto tipo livros e tralha ainda está tudo em caixas, assim como as prateleiras do IKEA que continuam por montar. Ao fim de uns dias a viver no meio da confusão comecei a ficar impaciente mas sinceramente também não vai ser hoje 'a noite que vou montar armários - o sábado está planeado para tudo isso.

 

Entretanto tinha também o problema de que precisava de uma chave para um dos cadeados das "casinhas" onde se guardam as bicicletas na zona de parqueamento do edifício. Nós éramos suposto partilhar a "casinha" com o Charlie do Apartamento 20 e a rapariga que trata da administração do prédio tinha dito que ele ia lá bater 'a porta, apresentar-se e dar-nos a chave extra.

 

Pois bem, ele não apareceu por lá no primeiro fim-de-semana mas eu fui lá bater umas vezes. Nunca estava ninguém em casa. Finalmente na primeira segunda-feira 'a noite, ainda deviam ser umas 8h e tal da noite, voltei a lá ir bater e desta vez abriram-me a porta. Um rapaz com um ar suspeito, meio esgazeado de quem não sabia bem o que se estava a passar abre-me a porta. Eu pergunto-lhe pelo Charlie e ele cambaleia um pouco enquanto me responde "ham,.. humm,.. Charlie". Veio logo uma rapariga 'a porta que pareceu vir "tomar conta da conversa", muito simpática que apresentou-se e deu-me as boas vindas ao prédio, mas mesmo assim estava com um ar e um tom da voz de quem não sabia muito bem o que se estava a passar.

 

"Long story, short" - o Charlie nao estava em casa e só voltava na quinta-feira. La fiquei 'a mesma sem as minhas chaves, mas ao menos fiquei a conhecer os meus vizinhos de cima que gostam de lhe dar nas drogas calmantes ao fim de um dia de trabalho. Logo a uma segunda-feira pelas 20h é porque devem ter tido mesmo um dia muito stressante, claro.

Os primeiros dias

Já me mudei para a nova casa. Com ajuda de amigos apenas demorou 2h30 para carregar e descarregar. Ainda nesse dia entretivemo-nos nas compras da praxe no IKEA, para voltarmos 'a nova casa já bem tarde e exaustos para fazer as primeiras arrumações.

 

Deixamos as coisas do IKEA dentro da carrinha para mudarmos no dia seguinte, e quando chegou esse momento de manha ... - onde é que estão as chaves da carrinha? - Não estão! Procuramos nas malas, nos sacos, por trás da cama, debaixo do sofá, na casa-de-banho, no lixo, perguntamos aos vizinhos, no bar lá de baixo, no offlicense 'a frente (caso tivesse caído no chão e alguém lá tivesse ido entregar), e nada!

 

Tínhamos que devolver a carrinha ao rent-a-car ao meio-dia. Já passavam das 10:30h. Telefonámos para lá para dizer o sucedido e ir buscar as chaves sobressalentes

 

"- Não há chaves sobressalentes".

 

"- Hum?? - Como é que não tem uma cópia das chaves? Uma empresa de aluguer de carros só tem uma chave por veículo? E agora?"

 

"- Agora temos que mandar fazer uma nova chave. Vai demorar pelo menos 48h e durante esse tempo vão ter que pagar pelo aluguer da carrinha, para além de terem que pagar pelas novas chaves."

 

Tendo em conta que cada dia de aluguer custava quase £100, a brincadeira não ia ficar nada barata. E ainda mais como não tinha sido eu a perder as chaves, estava mais chateada ainda. Eventualmente lá chegámos 'a conclusão de que, como tínhamos pago o seguro extra (ainda bem!!!), o máximo que iríamos pagar a mais seriam £75 - menos mal.

 

Na segunda-feira 'a noite, o meu flatmate ía passar umas camisas a ferro e sou ouço - "encontrei as chaves!" Tinham estado presas todo este tempo na tábua de engomar.

A saga da procura da minha 7ª casa chegou ao fim

Tinha decidido que não valia a pena ir ver aquele apartamento. Não valia a pena porque o apartamento fica numa rua principal e eu não queria ir morar para uma rua principal. Agarrei no meu telefone para ir mandar uma mensagem 'a senhoria a dizer que já não ia lá. Ao reler a última mensagem dela, vi que ela tinha indicado o código postal e pensei - bem, ao menos vou só ver no Google Streetview, em que sítio da rua exactamente é que fica aquele apartamento.

 

Quando meti o código postal no Google, o primeiro website que me aparece é o de um bar conhecido que eu gosto e que fica localizado num edifício moderno e giro - "espera lá!" - pensei. "Será que este apartamento fica mesmo neste edifício?" É que se ficar, já vale a pena ir lá ver.

 

Optei por não cancelar e fui lá ver o apartamento nessa noite. Ficava no tal edifício e era virado para as traseiras (calmo e que é também o lado melhor para entrar o sol). Passado 1 minuto lá dentro digo 'a senhoria que quero ficar com ele.

 

Falo com o meu flatmate, tiro vídeos etc. para lhe mostrar, ele concorda, e está feito - temos casa!

 

Não é bem aquilo que andávamos 'a procura, sinceramente. Idealmente queria algo um pouco maior com um jardim ou uma varanda que este não tem, mas também quando o tempo é curto não dá para procurar mais pelo local ideal. Ainda nunca vivi em Londres num edifício moderno por isso nada como experimentar. A grande vantagem que eu vejo de antemão é que muito provavelmente o apartamento não vai ter ratos nenhuns, que é o "acessório" essencial de qualquer casa antiga de Londres.

 

Quanto 'a zona, vou mudar-me para a zona que eu costumo chamar de "Hipster land". Devo ir ter uns vizinhos interessantes. Depois venho cá contar tudo no blog que isto de se viver no meio dos hipsters deve ter muito que se diga.

 

A mudança, essa fica para o próximo fim-de-semana.