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Tuga em Londres

A vida de uma Lisboeta recentemente Londrina.

Participar na festa do Great Gatsby

Para quem segue o Instagram do @TugaemLondres, terá reparado no Instagram Stories que esta semana que passou, vesti-me a rigor à anos 20, e fui para a festa do Great Gatsby. É uma festa de teatro imersivo que já está em Londres há vários meses e, juntamente com outras amigas, achámos que seria um bom presente para o aniversário recente de uma amiga. 

 

A peça está planeada decorrer até ao fim de Jullho e, descobri que, para além dos shows normais, também organizam festas especiais, dedicadas só a empresas ou festas de solteiros, etc. 

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Já fui a algumas peças de teatro imersivo e gosto bastante. Quanto mais iteração tiver, melhor. Já antes falei aqui sobre teatro imersivo, e o último a que tinha ido fazia parte da Chamber of Flavours, o Juniper Manor (combinava teatro com provas de gin), e antes disso tinha ido a outro evento do Chamber of Flavours mais focado em comida. Também fui ao Alice Underground que leva os espectadores pelo mundo da Alice no País das Maravilhas; fui ver Absent, onde o objectivo era descobrir a vida misteriosa de uma mulher num hotel enquanto percorriamos vários quartos na cave do Shoreditch Town Hall; o You Me Bum Bum Train onde participei como figurante, em vez de espectadora; o Heartbreak Hotel que continua a ser uma das minhas experiências de teatro imersivo favoritas; o Drowned Man de Punch Drunk, também uma das minhas favoritas; e a minha primeira experiência de teatro imersivo foi organizado pela colectiva do Shunt, na sua primeira produção depois do 'Shunt Lounge' que se localizava debaixo da estação de London Bridge, ter encerrado. Já não me lembro do nome da peça, mas sei que se localizava num armazém em Bermondsey e sei que, talvez por ter sido a minha primeira experiência de teatro imersivo, foi também a que considero a melhor. 

 

Portanto, talvez por ter ido a várias destas peças, sou muito crítica da qualidade e experiência de cada uma. Gostei de no Great Gatsby de que a maioria do público se vestiu apropriadamente à época. Também gostei de ter algumas experiências que senti serem semi-privadas, mas mesmo assim, não cheguei a entrar em todas as zonas, e isso deve-se porque é necessário que os espectadores estejam localizados em pé junto aos cantos da sala principal, para terem a oportunidade de ser chamados para os diferentes quartos. Fica a dica de que, se lá decidirem ir, se localizem estrategicamente nos diferentes cantos da sala em cada novo acto. 

 

Sem pensar bem nisso, já tenho, entretanto marcada a minha ida a uma próxima peça de teatro imersivo. Desta vez vai ser uma que vai contar com tecnologia, principalmente realidade virtual e inteligência artificial. Basicamente isso, e o facto da peça se chamar SOMNAI, é tudo o que sei até já. Depois digo se vale a pena.

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