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Tuga em Londres

A vida de uma Lisboeta recentemente Londrina.

O que fazer em Londres em Maio 2017

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Já entrámos no mês de Maio com o verão aqui à porta (esperemos nós, mas ainda não há grandes sinais dele). No entanto, os planos da cidade decorrem a contar com a vinda de um tempo bom com o início das várias actividades ao ar-livre - festivais, teatro ao ar-livre e afins. Eventos a destacar este mês, na minha opinião, são o Peckham Rye Music Festival e o Festival de Museus à Noite. 

 

Peckham Rye Music Festival O que é? Festival de música durante 3 dias em vários locais em Peckham. Quando? 12 a 15 de Maio. Quanto? A partir de £15 por dia Onde? Peckham

 

Museums at Night Festival O que é? Festival onde a maioria dos museus de Londres estão abertos à noite com vários eventos especiais. Muitos deles até contam com música e comida, experiências interactivas, apresentações ou outros eventos para os mais variados interesses. Quando? De 17 a 20 de Maio. Quanto? A maioria das entradas nos museus são gratuitas mas convém verificar com o museu de interesse antes da visita. Onde? Por Londres inteira

 

Regent's Park Open Air Theatre O que é? Peças de teatro apresentadas ao ar-livre no Regent's Park. Este ano as peças apresentadas vão ser 'On the Town', 'A Tale of Two Cities' e 'Oliver Twist' Quando? De 19 de Maio a 16 de Setembro. Quanto? A partir de £23 Onde? Regent's Park

 

Chelsea Flower Show O que é? Todos os anos, os melhores floristas, e jardins do Reino Unido, apresentação as suas criações de flores e plantas neste evento que exibem os seus melhores arranjos de jardins, etc. É um evento essencial para todos os amantes de floricultura Quando? 23 a 27 de Maio. Quanto? £25 a £70. Onde? Chelsea

 

Brixton Rooftop Beach O que é? A praia de Brixton volta pela segundo ano, num terraço de brixton, a contar com stands de street food, música e animação. O primeiro fim-de-semana de abertura conta com eventos especiais que requerem bilhetes. Quando? A partir de 26 de Maio até ao final do verão. Quanto? Bilhetes do fim-de-semana de abertura estão a £10. Onde? Brixton Rooftop

 

Gala Brockwell Park O que é? Festival de música disco, funk e soul no domingo do fim-de-semana prolongado de final de Maio. Quando? 28 de Maio. Quanto? £25 Onde? Brockwell Park

Um dia em galerias de arte

Hoje passei a tarde a visitar exposições artísticas. As duas muito interessantes e que nos fazem pensar sobre nós, aquilo que estamos a ver, como interpretamos o que estamos a ver, e a informação que nos está a transmitir sobre a sociedade ou o mundo em geral. São próximas uma da outra, ambas com entrada gratuita, e patrocínam uma tarde mesmo muito bem passada, por isso achei que devia partilhar para quem também esteja interessado.

  • The Infinite Mix - localizada na Strand, é uma exposição de vídeo e música. Lá dentro percorrem 10 quartos escuros onde estão apresentados vídeos de 10 artistas em temáticas totalmente diferentes. Entre os que gostei mais encontrava-se um filme que retrata uma comunidade Africa-Americana de Los Angeles; outro que apresentava o poeta John Giorno no seu 70º aniversário, a recitar um poema em que ele fala sobre a sua vida em retrospectiva. A exposição decorre entre 4 andares, incluíndo o parqueamento e, a meio da exposição, encontra-se um café muito giro e bem decorado com grandes sofás e vista para o rio e a Southbank, o que foi uma boa surpresa. 

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Fonte: The Infinite Mix, do filme de Kahlil Joseph, m.A.A.d

World Press Photo - localizada no Southbank Centre, conta com a apresentação da melhor fotografia de fotógrafos-repórteres do mundo, incluíndo o primeiro prémio sobre histórias da actualidade pelo fotógrafo Português Mário Cruz cujas fotos representam a situação dos 'escravos-modernos' no Senegal.

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 Foto de Mário Cruz premiada pela World Press Photo

O The Infinite Mix só vai estar em exibição até ao dia 4 de Dezembro, e o World Press Photo, reparei agora, só vai estar em exibição até amanhã. De qualquer forma, o Southbank Centre costuma ter sempre actividades e exposições interessantes a ver, pelo que vale a pena o passeio até lá. E se forem durante esta época Natalícia, ainda podem também aproveitar o mercado de Natal da Southbank. 

Bilhetes baratos para museus e atracções de Londres

Estou entusiasmada por anunciar que a partir de agora podem comprar bilhetes para as mais variadas atracções de Londres, museus e passeios guiados, muitos deles a preços descontados, através do Tuga em Londres, graças a uma nova parceria com o Ticketbar. 

 

Encontram o novo link para "Bilhetes" na barra do menú do blog e a partir de lá podem comprar os vossos bilhetes para a mais variedade de atracções e actividades a visitar durante os vossos dias em Londres. 

 

Para perceberem que bilhetes compensam mais comprar dependendo do vosso tempo em Londres e interesses, passo a explicá-los:

 

  • Preço de carregamento de Oyster Card suficiente para 1 dia de viagens ilimitadas nas zonas 1-2 (centro): £6.40 +£5 de depósito pelo cartão (total €15,69). Mais informações sobre transportes em Londres neste post.

 

Portanto, o London Pass compensa logo se visitarem 3 atracções no mesmo dia tais como as 3 acima indicadas dado que são todas próximas e podem fazê-las todas calmamente num dia. No entanto podem visitar todas as atracções que quizerem e conseguirem num mesmo dia. Mais atracções incluídas no London Pass aqui.

 

Relativamente ao London Pass com transporte parece que só compensa mais pela conveniência de se ter tudo num só cartão em vez de se andar com dois cartões, mas segundo os cálculos, o London Pass cobra mais €3.41 se comprarem com o transporte incorporado.

 

O London Pass também compensa mais quantos mais dias o comprarem, portanto convém fazerem primeiro a lista de todos os monumentos e atracções que querem ver para poderem julgar melhor quantos dias vos compensa comprar.

  

Através do Google Maps, podem pesquisar por "London Tourist Attractions" e irá aparecer-vos todos os pontos principais representados com pontos vermelhos. Podem colocar uma marca nos locais que vos interessam mais visitar para se aperceberem melhor das distâncias de forma a julgarem melhor quantas atracções vão conseguir visitar nos dias em que estiverem em Londres.  

 

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Uma das coisas que gosto nesta nova página, para além de poderem comprar bilhetes para o London Pass, atracções turísticas e museus, é que podem também comprar passeios, tais como o autocarro turístico Hop on Hop off, uma visita guiada ao estádio de futebol do Chelsea, caminhadas temáticas para ver a troca da guarda, locais de referência do Rock n' Roll Britânico ou os locais por onde actuou o Jack o Estripador, ou até um Pub Crawl em Camden Town, onde vão conhecer os vários pubs com um grupo de pessoas com quem socializar.

 

Espero que gostem desta nova adição ao Tuga em Londres! 

 

 

O Imperial War Museum reabre as portas

Após um longo período de trabalhos de restauração no valor de £40milhões, o Imperial War Museum em Lambeth reabriu este fim-de-semana com novas galerias, incluíndo uma entrada que, aparentemente é bastante impressionante, tendo sido desenhada pelos arquitectos Foster & Partners (os mesmos que desenharam o edifício com forma oval na 'City', conhecido como 'The Gherkin'). Segundo os media, as filas são muito grandes de momento, já que todos parecem querer ver o novo aspecto do museu por isso vou esperar mais alguns tempos para lá ir, mas lembro-me de que o museu era realmente muito bom da última vez que lá fui, já à cerca de 10 anos atrás. Sem dúvida que uma nova visita é devida e aconselho os visitantes a Londres a considerarem também este museu durante a vossa estadia.

 

 

Imperial War Museum new look

A House Warming da Tate Britain

O museu "Tate Britain", localizado em Pimlico junto ao Tamisa, sofreu recentemente uma 'makeover' e reabriu as portas ao público ontem.

Para celebrar a reabertura do museu que promete ter reformulado o espaço de forma a ser mais agradável para o visitante passear e apreciar não só a arte exposta mas o próprio espaco que o envolve durante a visita, vai realizar uma "house warming party" neste sábado dia 23.

 

A partir das 15h e até 'as 22h, a Tate Britain vai contar com muita música, inclusivé um DJ de electropop, seminários, workshops e muita animação. Podem ver aqui o Programa da House Warming Party da Tate Britain.

 

Escadaria da Tate Britain

À descoberta

Para quem já olhou para a foto que tenho no cabeçalho do blog e não faz a mínima ideia de onde tenha sido tirada, fica a saber que foi tirada do topo do monte de Greenwich junto ao famoso observatório. Não é daqueles locais onde vá com frequência, até porque não fica assim tão perto, mas adoro cada vez que lá vou. Nunca posso deixar de passar umas horas sentada na relva na subida para o monte a apreciar a paisagem, o grande céu aberto, os grupos de pessoas na relva e a relação dos edifícios monárquicos do século XVII de Greenwich com os edifícios altos modernos de Canary Wharf ao fundo. Desta vez, o céu estava um pouco mais escuro do que da vez em que tirei a foto do cabeçalho, mas acho que o vida daquela área ficou novamente bem retratada em mais esta foto:

 

Greenwich

 

Já este fim-de-semana fui passear para os lados de Holborn, e o que é que eu encontro no caminho? A Rua de Portugal, ou melhor "Portugal Street". Eu sabia que ela existia e que ficava para aqueles lados mas ainda nunca lá tinha passado, por isso quando me deparei com ela não pude deixar de tirar a bela da foto para a prosperidade. A rua é muito calma onde se encontram alguns edifícios de época e um que tem estilo de ter sido feito nos anos 60/70. Daquele género de edifícios que se vê logo que na altura em que o construiram os arquitectos pensavam que aquilo era de uma modernidade e qualidade inquestionáveis, mas que hoje em dia são simplesmente uns blocos de cimento feios com umas janelas mais feias ainda. Mas esse edifício também só ocupa uma pequena parte do início (ou fim depende da perspectiva) da rua. Aparentemente estavam a haver umas pequenas obras na rua. Não sabiam com certeza que eu lá ía passar para tirar uma foto para colocar no blog, por isso lá ficaram as barreiras das obras na foto também. Que remédio!

 

Portugal Street
E estava eu ali em Holborn porque ía ver um museu que, para mim, ainda era novidade. Felizmente lá de vez em quando descubro estes locais onde ainda nunca estive o que me faz apreciar ainda mais a cidade. Foi o John Soan's Museum cujo edifício é constituído por três casas que o próprio (John Soan) foi comprando para conseguir armazenar toda a sua colecção pessoal de objectos de arte de todos os tipos. E sublinho a "arte de todos os tipos" já que naquela casa se encontra mesmo de tudo, até um sarcófago Egípcio. Está mesmo muito interessante a forma como a casa está organizada e os objectos de arte apresentados. Altamente aconselhável. Não é muito grande, pelo que em 1 hora se vê o museu inteiro, e é possível que fiquem em fila de espera à porta visto que sendo uma casa, existe um limite máximo do número de pessoas que lá podem estar ao mesmo tempo. Mesmo assim, apesar de ter cerca de 15 pessoas à minha frente quando lá cheguei, penso não ter esperado na fila mais de 10 minutos. Esta casa museu fica nos número 12, 13 e 14 de Lincoln's Inn Fields.
John Soan's Museum
Agora ruas e museus à parte, a grande descoberta do fim-de-semana, foi mesmo quando estava no Café Kick em Exmouth Market e ao pedir uma Super Bock, serviram-me uma Super Bock XL! Esta ainda eu nunca tinha visto. Parecia mesmo medida de cerveja feita para Inglês, para se aproximar da quantidade das "pints". De qualquer forma, ao ver o rótulo noto que está todo escrito em Português como normal. Por isso a minha ideia inicial de que aquele tamanho era feito de propósito para exportação para Inglaterra imagino que já não seja bem assim e que de facto exista esse tamanho em Portugal. Estou certa ou nem por isso? Será que estou a dar uma novidade a alguém ou já toda a gente sabe da existência da Super Bock XL por terras Lusas?
Cervejas Tugas em Londres
Nota pessoal a não esquecer para a próxima: A Super Bock XL no Café Kick não compensa comprar porque contém 500ml e custa £4.50, ao passo que a Sagres de 330ml (e penso que seja ao preço da Super Bock de 330ml também) só custa £2. Logo, é de comprar antes 2 Sangres, bebe-se mais, paga-se menos e a cerveja não morre. Só vantagens.

A Tate faz 10!

10 anos faz o museu Tate Modern este ano, a serem celebrados neste fim-de-semana. São 10 anos de arte moderna do mais original ao mais realista. São 10 anos de exibições temporárias no Turbine Hall da Tate Modern. O Turbine Hall, basicamente é um espaço muito alto e amplo localizado dentro do edifício que, tem alojado ao longo destes 10 anos, as chamadas comissões anuais de arte da Unilever Series. Cada ano viu uma exibição principal diferente que durou vários meses do ano. Entre uma e outra exposição da Unilever Series têm havido outras exposições permanentes mais curtas, mas também interessantes. Na minha opinião, muitas vezes, essas outras exposições curtas até mereciam mais ter feito parte da Unilever Series do que algumas das oficiais. Lembro-me particularmente de uma delas, por altura do verão de 2007 que retratava as cidades mais populosas do mundo. Muuuito interessante! Pena ter ficado tão pouco tempo pela Turbine Hall.

Mas falando da Unilever Series, já que faz os seus 10 anos de existência, fica aqui apresentada cada uma das suas instalações:

 

Ano 2000

 

 

Maman de Louise Bourgeois
Maman de Louise Bourgeois
 
Apesar da sua principal presença na Tate Modern ter sido no ano 2000, esta instalação já voltou pelo menos duas vezes mais à Tate Modern desde então (que eu tenha visto). Ficou indicada como uma instalação marcante da Unilever Series. Sinceramente, para mim não passa de uma aranha grande. Como a minha relação com aranhas também não é muito boa, diga-se de passagem que não gostei muito das duas vezes que vi esta instalação na Tate.
 
Ano 2001

Double Bind de Juan Munoz
Double Bind de Juan Munoz

 

Ao colocar figuras e objectos num tecto falso do Turbine Hall, o artista pretendia de alguma forma transmitir a ideia de solidão e ilusão. Não posso comentar sobre esta instalação que não a cheguei a ver.

 

 

Ano 2002

  

Marsyas de Anish Kapoor

 Marsyas de Anish Kapoor

 

Quase grande demais para o espaço da Turbine Hall, este trompete criou tanto interesse que foi re-instalado noutros museus reconhecidos em outras partes do mundo. Não posso comentar por não ter visto.

 

 

Ano 2003/2004

 

The Weather Project de Olafur Eliasson

The Weather Project de Olafur Eliasson

 

A Turbine Hall completamente vazia à parte da metade de baixo de um grande sol, que reflectia no espelho colocado no tecto a todo o comprimento da Turbine Hall. Agora imaginem a reacção das pessoas do chão a olharem para a sua reflexão no tecto. Foi a primeira instalação que vi da Unilever Series e sem dúvida alguma, a melhor que vi até hoje. A interação das pessoas com a instalação foi fenomenal. Adorava que esta voltasse à Tate.

 

 

Ano 2004

  

Raw Materials de Bruce Nauman
Raw Materials de Bruce Nauman
 
Nenhuma alteração física foi feita ao espaço da Turbine Hall para esta instalação. Simplesmente vários sons provinham de diferentes partes das paredes, com palavras, frases e expressões diferentes em línguas diferentes até. Conceito interessante. Gostava de ter estado lá.
 
 
Ano 2005

Embankment de Rachel Whiteread
Embankment de Rachel Whiteread
 

Um pouco com a intenção de criar a ideia de se estar entre icebergues, foi uma das ideias da artista e, a imaginação dos visitantes até foi mais longe visto que lhe deram várias associações. Cheguei a ver a instalação. Interessante mas não me fez querer lá ficar durante muito tempo nem de revê-la.

 

 

Ano 2006

  

Test Site de Carsten Holler

Test Site de Carsten Holler 

 

Vários escorregas em metal entrelaçaram-se pelo espaço da Turbine Hall durante esta instalação. Ainda não posso acreditar que deixei passar esta sem de facto ter experimentado andar nos escorregas. Fui lá algumas vezes durante o período da instalação mas, ou porque a fila estava grande ou porque preferia deixar para a próxima, acabei por não o fazer. Talvez volte um dia.

 

 

Ano 2007

  

Shibboleth de Doris Salcedo

Shiboleth de Doris Salcedo 

 

Ora esta é uma instalação fácil de descrever - era uma racha no chão. Só e simplesmente uma racha no chão. Interessante para alguns. Para mim, foi uma perca de uma boa oportunidade de ter visto algo realmente com interesse, caso a Unilever Series tivesse escolhido outro artista.

 

 

Ano 2008

 

 

TH.2058 de Dominique Gonzalez

 

TH.2058 de Dominique Gonzalez

 

Dezenas de beliches espalhados pela Turbine Hall com livros em cima. Ao fundo, um ecrã que mostrava imagens de cenas de filmes de ficção científica e como som o barulho da chuva a cair. A ideia é avançar vários anos no futuro e imaginar uma chuva infindável sobre Londres. Para se protegerem, os habitantes têm que se refugiar na Turbine Hall, daí a grande quantidade de camas providenciados. A ideia e o espaço estavam bons. Apetecia ficar lá algum tempo e dedicar a devida atenção à montagem do filme no ecrã e ao conteúdo dos livros providenciados sobre cada leito.

 

 

Ano 2009/2010

  

How Is It de Miroslaw Balka
How It Is de Miroslav Balka

 

 

A mais recente instalação da Tate Modern é uma grande caixa de aço completamente às escuras no seu interior. Ao entrar, eu ía um pouco a medo, pé ante pé, sem conseguir ver um palmo à frente do nariz e, sempre a pensar no que será com que me iria deparar. A parede final foi o que encontrei. A caixa estava completamente vazia. Mas ao encostar-me na parede ao fundo e olhar para a zona da entrada apercebi-me do verdadeiro propósito desta instalação - a reacção das pessoas ao entrar na caixa e a sua interacção com o escuro e com o espaço vazio. Muito interessante. Apetecia-me ter continuado ali encostada à parede e a observar durante muito mais tempo do que o que fiquei. Valeu a pena.

 

 

A próxima instalação será só a partir de Outubro. A ver vamos o que vai sair da 11ª instalação. Mas até lá há que celebrar, 10 já foram.

Parabéns Tate Modern!

 

A nova ala do V&A

 Este fim-de-semana aproveitei para ir ao V&A (entenda-se Victoria & Albert Museum) ver a nova exibição permanente da época Medieval ao Renascimento desde o ano 600 a 1600. Como é característico do V&A, a exposição dedica-se a artefactos, peças, joalharia e esculturas dessas épocas. Sem dúvida que gostei de ter lá ido ver a exposição, mas sinceramente não é daquelas que me tenha dado vontade de voltar a ver novamente. Na sua grande maioria, os objectos presentes eram de carácter religioso e, não que eu ache que os objectos religiosos não sejam também interessantes mas, por exemplo, ver vitrais expostos num museu simplesmente não é o mesmo que vê-los numa igreja. Ali expostos, por entre paredes brancas, simplesmente parecem vazios, sem significado. Mas não só de vitrais tratava aquela exposição, havia muito mais do que isso. Como comecei pela parte da época medieval estava com esperança de que ao chegar à parte do Renascimento ficasse mais interessante, mas também fiquei um bocadinho desiludida. Acho que o melhor foi mesmo uma escultura com Sansão prestes a degolar um homem de um artista Italiano  na parte da época do Renascimento.

 

De qualquer forma, para quem nunca foi ao V&A é aconselhável lá ir, apenas sugiro é que comecem por outras alas do museu. Uma exposição temporária que também lá está agora e que deve mesmo ser muito boa, principalmente para os interessados em design, é a "Decode: Digital Design Sensations".

 

Agora as próximas da lista que ainda não tive oportunidade de ver são a instalação da Turbine Hall da Tate Modern e o Darwin Centre no Science Museum. Essa instalação da Tate Modern apenas sei que está relacionada com um tubo escuro em que se entra lá para dentro. O meu primo e amigos quando estiveram cá recentemente, é que foram ver e foi apenas isto que disseram sobre a instalação. Não me quizeram dizer mais para não "estragar a surpresa". Por isso nem quero ir ao site ler sobre a instalação e prefiro mesmo ter o efeito surpresa quando lá chegar. Espero não ficar decepcionada. 

Amigas em Londres = Passeios em Londres

Foram 5 dias espectaculares passados com as minhas amigas aqui em Londres. Adorei cada minuto e não queria acreditar no momento em que o comboio delas saía da plataforma 4 de Saint Pancras International em direccao ao aeroporto de Luton para apanharem o avião de volta para Lisboa.

 

Ultimamente tem sido assim, na despedida de cada pessoa que me vem visitar de Portugal, sinto um vazio enorme. Não sei bem porquê, mas imagino que o facto de estar aqui com amigos/família de Portugal me faz lembrar de todas as coisas que não tenho por ter decidido morar cá e sinto falta, saudades, de tudo e de todos em Portugal. Essa sensação já é inevitável e não há nada que possa fazer contra. Resta-me relembrar os dias bons que passei por cá com elas e esperar pelos próximos.

 

Claro que queria que elas gostassem de Londres e que vissem o mais possível das coisas mais características de Londres e tudo aquilo que há por cá que não possam encontrar facilmente em Portugal. Por isso mesmo dediquei-me a tentar mostrar-lhes o máximo possível, sem exagerar nos kilómetros a pé, para estes 5 diazinhos (bem, 4 porque hoje basicamente foi só levá-las à estação). 

 

 

Aqui fica o roteiro tópico dos locais que visitei com elas que talvez também possa servir de orientação para outras pessoas que também queiram visitar Londres:

 

Dia 1 (tendo começado o nosso passeio por Londres por volta das 17h da tarde)

- Passeio no London Eye aproveitando o pôr do sol;

- A partir do London Eye, passeio pela zona ao longo do Tamisa (Southbank) passando pela Tate Modern, Tower Bridge e terminando a noite com um jantar tradicionalmente Inglês num pub em London Bridge.

 

Dia 2

- Westminster com fotos para o Big Ben e as Torres do Parlamento e para Westminster Abbey;

- Subindo White Hall (a rua que liga Parliament Square e a Trafalgar Square), viramos à esquerda numa entrada que dá para o St. James Park (nessa entrada costumam estar guardas da Rainha a cavalo);

- St. James Park, Buckingham Palace e Green Park;

- Atravessando o Green Park, e seguindo na rua de Picadilly em direcção a Picadilly Circus, viramos na 3ª ou 4ª rua à esquerda para Old Bond Street (rua com lojas de alta costura, joalharias, galerias de arte, etc.);

- No fim de Bond Street chegamos a Oxford Street e viramos aí para a direita até chegarmos a Oxford Circus onde viramos para a Regent Street;

- Depois de Regent Street chegamos a Picadilly Circus e continuamos em frente até Leicester Square onde paramos para almoço;

-Depois de almoço visita a Trafalgar Square e à National Gallery;

- Continuação da caminhada para Charing Cross e Embankment onde parámos num Starbucks para beber café e descansar da nossa longa caminhada durante o dia;

- Ida a um encontro para troca de conhecimentos linguísticos entre a língua Inglesa e Espanhola (isto são influências dos meus amigos Espanhóis, mas ajuda na minha aprendizagem do Espanhol e é um momento de troca de conversa e conhecimento de novas pessoas. Achei que seria um encontro interessante onde levar as minhas amigas e elas de facto gostaram muito por acharem a ideia tão interessante e uma forma de conhecer pessoas muito agradável). Isto foi num bar em London Bridge, jantámos por lá e ficámos até ao fecho às 24h.

 

Dia 3

- Começamos o dia por Camden Town (por ser sexta-feira achei que seria o dia ideal para fugir à confusão dos fins-de-semana). Visitamos os mercados, com especial tempo dedicado a Camden Lock onde as levei à minha loja favorita de Camden Town - Cyber Dog. Fiquei fascinada a primeira vez que fui ao Cyber Dog e sempre que levo alguém a Camden Town faço questão de levá-los lá. Basicamente o Cyber Dog é uma loja muito alternativa que marca pela diferença das roupas, música, acessórios que vende e pela própria decoração de toda a loja assim como pela presença dos próprios empregados todos representando muito bem a imagem da loja. Aconselho a quem não conhece.

- De Camden Lock seguimos ao longo do Regents Canal onde vimos os barquinhos no canal muito bonitos, muitos dos quais que são casas onde pessoas moram. Seguimos até à zona do jardim zoológico de Regents Park que dá para ver alguns animais mesmo a partir do canal.

- Saindo do canal fomos a Primrose Hill logo do outro lado da estrada, onde ao topo tivemos uma vista muito bonita sobre Londres;

- Voltamos a atravessar a estrada para entrar em Regents Park onde acabamos por ir almoçar num cafézinho muito acolhedor junto aos Queens Gardens de Regents Park. infelizmente dada a época do ano estes jardins não estavam muito floridos, mas no verão são sem dúvida espectaculares em termos da diversidade das flores que se encontram em Queens Gardens e da forma como estão arranjadas;

- Seguimos para Baker Street onde fomos visitar o Museu da Madam Tussauds (museu da Cera). Já lá não ìa à muitos anos e sem dúvida valeu a pena voltar. Gostei muito e as minhas amigas também adoraram. Fiquei foi chateada porque a cera do Justin Timberlake não estava lá (eles vão mudando as figuras de cera expostas);

- Apanhamos o autocarro aí já que se vê sempre melhor a cidade de autocarro e saímos perto de Convent Garden onde as levei a jantar ao Souk, um restaurante árabe muito bom e com direito a show de dança do ventre;

- Partimos então para Salsa, uma discoteca em Charing Cross Road onde, obviamente a dança principal era Salsa. Elas ficaram encantadas com o facto de que toda a gente pedia para dançar com elas apesar de se sentirem um bocado envergonhadas com isso. Acho que o facto de hoje em dia se dançar sempre sozinhos, torna o facto da dança a pares um pouco intimidante. Gosto muito dessa discoteca apesar de não ir lá muito e de facto o ambiente por lá é muito bom, apesar de haver sempre um ou outro que não querem só dançar, mas a esses ao final da primeira dança dá-se o "bye bye";

 

Dia 4

- Saída do metro em Knightbridge e direcção ao Harrods;

- Seguidamente visita a Notting Hill e a Portobello Market onde elas queriam comprar tudo o que era mala e vestido;

- De Ladbroke Grove (no final de Portobello Market) apanhamos o autocarro 23 que tem um bom prajecto pelo centro de Londres onde saímos um pouco antes de Aldwich para visitar Convent Garden;

- Depois de Convent Garden andamos em direcção ao Soho, seguido de Carnaby Street onde descansamos em mais um Starbucks do dia estafante.

- Partimos para Old Street onde jantamos o típico Fish & Chips num pub junto a Hoxton Square e acabamos a noite numa festa num armazém organizada por DJ´s Portugueses e onde encontramos vários outros Portugueses uns já conhecidos outros que conhecemos na noite.

 

No 5º e último dia apenas nos dedicamos a passar fotos, conversar sobre as situações mais interessantes da viagem e levei-as até ao comboio.

 

Achei muito interessante a descrição que a minha amiga fez dos Ingleses: "Fartam-se de correr mesmo à chuva, só comem comidas biológicas, reciclam, andam sempre a ler nos transportes, vestem-se de todas as formas e feitios sem tabus, saem à noite das 18h às 24h, têm imensos hábitos saudáveis,... f*da-se!!! É preciso ter paciência!" 

Turismo em Londres - Onde ir, o que visitar, passeios a dar?

Como já várias pessoas me perguntaram sobre locais a visitar em Londres, decidi colocar este post com a minha opinião sobre os locais que valem bem a pena serem visitados.

Se estiverem a vir a Londres pela primeira vez, a primeira visita aconselho que seja ao centro de Londres, para terem uma ideia inicial acerca da cidade. Para essa visita ao centro sugiro o seguinte passeio:

 

 

- Comecem por Westminster onde vao poder tirar fotos ao Big Ben e à Westminster Abbey. A Westminster Abbey vale a pena visitar mas atenção que têm que ficar numa fila e têm que pagar para entrar lá dentro. A visita no total, dura cerca de 2 horas, mas vale a pena. Depois sigam pelo White Hall (nome da estrada que faz a ligação entre a Parliament Square e a Trafalgar Square). Mantenham-se no lado esquerdo da estrada e, quando virem dois guardas a cavalo (eles estão lá sempre) em frente a um portão preto, entrem pelo portão (vai ter as portas abertas). Dirijam-se ao St. James Park e atravessem-no. Este parque é muito bonito e ao fundo do mesmo vão encontrar o Buckigham Palace. Este só pode ser visitado por dentro em alturas do verão. Também podem ver o render da Guarda que ocorre dia sim dia não pelas 11 horas. Depois continuem caminho pelo "The Mall" (nome da rua com a estrada avermelhada) até chegarem a Trafalgar Square. Depois das fotos tiradas contornem a National Gallery (se tiverem tempo vale a pena visitar) pelo lado direito e virem na primeira à esquerda para irem ter a Leicester Square onde podem comprar bilhetes para teatros e musicais a metade do preço, para o mesmo dia no TKTS. A Leicester Square também é famosa pela ante estreia dos filmes que acontecem sempre aqui. Subindo a Leicester Square e virando no topo à esquerda vão andar na direccao de Picadilly Circus com o seu famoso edifício com publicidades neon gigantes da Coca Cola, da Samsung e outras marcas. Continuem em frente e entrem pela Regent Street, com os seus edifícios imperiais e lojas bem apresentadas. Ao fundo da Regent Street chegam a Oxford Circus e, daí, para ambos os lados encontra-se a Oxford Street, a rua de compras mais famosa de Londres. Seguindo pelo lado direito vão ter à zona de lojas mais baratas mas também de menos qualidade da Oxford Street, mas se forem para a esquerda irão passar pelas famosas lojas de departamento (tipo El Corte Ingles) e ao fundo irão encontrar o Hyde Park

E com isto fica feita a visita aos principais locais do centro de Londres que sao essenciais para quem vem pela primeira vez. Fazendo esta visita a pé irá provavelmente demorar-vos o dia inteiro se andarem a passear por todo o lado com calma mas sem irem aos museus (por serem muito demorados de visitar).

 

 

 

- St Paul's Cathedral. Esta catedral é localizada na City e, vindo de Charing Cross, fica ao fundo da Fleet Street (rua muito conhecida porque costumava ser sede de vários jornais nacionais e ainda é sede de alguns hoje em dia). Se puderem subam ao topo da catedral donde têm uma óptima vista sobre a cidade. De St. Paul's atravessem a Millenium Bridge e vão até à Tate Modern (museu de arte moderna muito bom) que tem sempre exposições gratuitas e muito interessantes. Depois passeiem ao longo do rio (essa zona chama-se a Southbank) e andem até Tower Bridge. Se continuarem em frente após a Tower Bridge existe uma nova zona de habitacao ("Butlers Wharf" do lado sul do rio) que tem óptimos restaurantes com vista para o rio e tem pequenos canais entre os edificios. Igualmente do lado oposto do rio, também existe essa zona habitacional pelo nome "St. Catherine's Docks" onde vão poder encontrar uma pequena marina para barcos de alto luxo. É interessante de visitar e passear por lá.

  

 

 

- Do lado oposto da tower bridge têm a Tower of London que vale sempre a pena visitar. Com o bilhete de entrada têm direito a uma visita guiada que traz todas as informações importantes sobre a Torre de Londres onde eram detidos e torturados os prisioneiros, e onde também podem aprender um pouco sobre a história da monarquia Inglesa.

  

 

- Convent Garden - Adoro. Claro que é cheio de turistas e está sempre uma confusão, mas se forem num dia de semana vão encontrar essa zona mais calma e vão ter mais tempo para ver as lojinhas do Convent Garden Market ou as performances dos artísticas de rua inclusivié dos cantores de Ópera que, por lá costumam estar. Visitem também a Neal´s Street (para quem saí da estação de metro fica à esquerda) que é o paraíso para pessoas que querem comprar roupa de desporto, ténis, mas também com uma quantidade variada de outro tipo de lojas incluíndo lojas vintage e a famosa cadeia americana Urban Outfitters.

 

 

 

- Greenwhich - têm mesmo que lá ir. É o local onde estava o barco Cutty Sark que, no início do ano 2007 foi incendiado e de momento está a ser reconstruído. A vila de Greenwich é muito bonita, têm imenso que ver e que fazer por lá, inclusivé têm a "Queen's House" que é um edificio mesmo muito bonito onde fica situado o museu nacional marítimo. É o edificio que se vê na imagem do cabecalho deste blog. Essa foto foi tirada junto ao Observatório de Greenwich que também deverão visitar. É por lá que passa o Meridiano de Greenwich. Os jardins junto ao observatório são enormes, e entre zona de parque e de espacos abertos, encontram-se também zonas de jardim com vários tipos de flores e até zonas com veados e outros animais. É ideal visitar Greenwich num dia de sol.

 

 


- Canary Wharf - localizada oposto a Greenwich no lado norte do rio, é a zona onde fica o edificio mais alto do Reino Unido. Esta é uma zona de negócios, muito recente, que tem uma arquitectura muito moderna que, na minha opinião é espectacular. Tem muito interesse em se visitar esta zona, no entanto, os restaurantes, cafés, etc. por aqui são bastante caros.

 

 


- Camden Town - é a zona mais "louca" de Londres. Aqui é onde se vê desde rastafarians aos punks, passando pelos góticos, hippies, indies ou todo e qualquer outro estilo que seja considerado original ou "diferente". Esta é uma zona ideal para se fazer compras de ténis ou de roupa e tem imensos bares, restaurantes e cafés. É um local óptimo para ir com um grupo de amigos. Ao sairem da estação de metro, virem para a vossa direita e a partir daí estão na zona principal de Camden Town. Ao chegarem perto de um edifício com um mercado chamado Camden Lock (e depois de o visitarem) se estiver o tempo bom, virem aí à esquerda e façam o percurso ao longo do chamado Regents canal. O passeio  por aí é mesmo lindo até chegarem ao Regents Park ou mais além, se quizerem. Sabem que estao perto de Regents Park quando virem a entrada para o jardim zoológico. Esse passeio é muito agradável e o Regents Park é um dos melhores parques de Londres, na minha opinião. Oposto ao Regents Park está localizado Primrose Hill que é um pequeno parque criado num monte onde, ao topo tem uma vista panoramica de Londres.

 

 

 

- Nothing Hill - muito "trendy" com lojas de todos os tipos mas principalmente vintage, anos 60 e 70, lojas de discos antigos, lojas de antiguidades, etc. Essas lojas típicas de Nothing Hill encontram-se principalmente em Portobello Road. Nothing Hill é local ideal para se ir tomar um café a um dos muitos cafés com esplanada que existem nesta rua ou então para ir sair à noite num dos muitos pubs e bares que por ali se encontram. Tomem atenção às cores das casas dessa área que são pintadas em tons pastéis de todos os tipos de cores. Faz lembrar o filme Nothing Hill, para quem viu. mas não, a casa da porta azul não existe na realidade e foi pintada de propósito para o filme, mas que agora já não existe.

 

 

- Bond Street (perto de Oxford street) tem todas as lojas de estilistas, joalharias, etc. Interessante de se ver mas caro de comprar. A partir de Bond street podem ir dar uma volta por Mayfair e ver todas as zonas e locais onde se ouve falar que as celebridades costumam ser vistas.

 
- Chelsea e Fulham - muito agradável para um passeio já que as ruas, casas, lojas são todas muito arranjadas e bonitas. É também uma zona muito cara, à semelhança de Mayfair, mas mais residencial, já que Mayfair será mais uma zona empresarial. 


- Alexandra Palace - fica a norte entre as zonas 2 e 3. Têm que ir de metro até Wood Green (Picadilly Line) e daí apanhar um autocarro. Nao é propriamente um palácio, porque é usado para exposições, mas vale a pena visitar pela vista panorâmica sobre a cidade de Londres. Particularmente bonito ao anoitecer. Também lá há um Pub onde podem ficar a comer uma tradicional Steak & Ale Pie acompanhada de uma Pint de London Pride (cerveja um bocado amargosa). 

 
- Hampton Court Palace - lindo, mas demora quase um dia inteiro para visitar o palácio e os jardins. Fica na zona 6 a sudoeste. A viagem a partir do centro de Londres é longa mas vale a pena a visita para quem tiver tempo a dispender.

 

 - Richmond - localizado na zona 4 a sudoeste. A localidade em si só é bonita, mas ali encontram o Richmond Park que é lindíssimo e a principal razão pela qual recomendo essa zona. O rio passa junto ao parque, e na zona de passeio junto ao rio encontram também vários pubs com esplanada quando quizerem parar para comer ou tomar uma bebida. Este parque é também um pouco mais selvagem do que a maioria dos parques do centro de Londres o que o torna muito interessante e ali até podem ver veados a passear à solta. 

 

 

- Hampstead Heat - localizado no Norte de Londres, um pouco mais a norte que Camden Town, aqui também encontram um grande parque com ar semi-selvagem e várias zonas onde se sentem completamente dentro da natureza sem quaisquer sinais de que estão numa cidade. No Hampstead Heat encontram vários lagos, incluíndo 3 deles (um, para mulheres, um para homens, e outro para ambos os sexos) onde podem ir nadar.   

 

E fico-me por aqui com a indicação dos locais que considero essencias a visitarem, mas sempre que me lembrar de mais locais interessantes irei criar novos posts com os títulos de 'passeios alternativos' ou 'passeios em Londres' pelos quais podem utilizar a barra de pesquisa para encontrar. Peço também a quem tenha dicas de locais interessantes para visitar, a deixá-los nos comentários para podermos tornar este post e o blog o mais útil possível em termos de bons locais a visitar em Londres. 

 

Como em todos os outros posts deste blog, o post foi integralmente escrito pela autora e agradeço que não tentem reproduzi-lo em qualquer outro local sem a minha autorização prévia.