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Tuga em Londres

A vida de uma Lisboeta recentemente Londrina.

1 Semana para a casa nova

E finalmente estou a chegar ao momento em que a ideia da  nova casa finalmente se vai poder concretizar. Estou a uma semana de fazer as mudanças, e este fim-de-semana comecei a tratar de empacotar as minhas coisas. Pensei que fosse arrumar quase tudo este fim-de-semana mas ainda longe disso. Demorou-me imenso tempo para começar, e uma vez que me decido que vou, por exemplo, arrumar tudo das prateleiras, quando essa tarefa acaba vem a dúvida sobre qual a melhor zona onde continuar. 

 

Entre tudo já tenho umas 9 caixas cheias, algumas malas, e ainda quase não toquei na minha roupa nem nas coisas da casa de banho e também ainda tenho algumas coisas da sala para arrumar. Parece que isto nunca mais acaba e já passei imensas horas em arrumações. Mas também tenho tido cuidado para tentar identificar as coisas de que não vou precisar para poder dar para uma loja de caridade ou levar para a próxima 'clothes swap' que costumo fazer com as minhas amigas. 

 

O engraçado é que quem me vai substituir no meu quarto atual vai ser uma rapariga também Portuguesa que ficou a saber que o meu quarto ia estar disponível a partir do blog e, calhou que os meus flatmates gostaram dela e que as nossas datas de mudança calharam certo. 

 

Neste momento estou a escrever do meu quarto a olhar para a janela e vem-me uma certa nostalgia porque adoro esta casa e este quarto. Gosto muito de olhar para as casas do outro lado da rua e ver a trepadeira que se estende sobre uma das paredes. Estou aqui a viver à 3 anos, anos esses que foram cheios de experiências e, o fato de viver nesta zona contribuiu imenso para que todas essas experiências pudessem decorrer. Vou ter saudades de viver aqui, mas ao mesmo tempo estou muito entusiasmada com a ideia de viver sozinha. Acho que é bom sinal sentir esta nostalgia, mas mal posso esperar para ter o meu espaço sem o ter que partilhar.

 

Estas é a fase de empacotamento em que me encontro de momento:

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Vou mas é para o Cambodia pensar no assunto

Ontem tive o tal telefonema com o HSBC. Não durou muito tempo porque assim que lhes expliquei que tinha que fazer contrato em pouco mais de 2 semanas, eles disseram-me que seria impossível que a aplicação tivesse feita e aprovada nessa data, sendo que normalmente demoram 3 meses, e em casos rápidos demoram 2 meses. Portanto tive que desistir do HSBC. 

 

Nesse momento reparei que tinha duas opções - ou avançava com o Barclays ou desistia da casa. Olhei novamente para os valores do Barclays e, com tudo, ao final dos 2 anos do período de taxa fixa, iria pagar um valor total apenas de mais £100 que o HSBC. Isto porque, apesar do Barclays ser mais caro mensalmente, eles oferecem um cashback de £1000 o que é bom e balança logo as coisas. Tenho é que certificar-me de que coloco estes £100' de parte para efectivamente não sentir tanto o peso do empréstimo bancário. 

 

Telefonei à consultora e disse-lhe para ir em frente com o Barclays. Ela agora vai submeter mais papelada e, eventualmente lá me diria se fui aceite ou não. Essa é que é a grande questão!

 

Entretanto, enquanto isto avança e não avança, vou reflectir sobre o assunto para o Cambodia. É uma viagem que já tinha marcado em Dezembro e que finalmente está para chegar. Muito entusiasmante visto que nunca antes fui à Asia. A parte menos agradável é que o voo vai demorar quase 24horas!!! Parto amanhã de manhã cedo, e só chego a Pnhom Phen, a capital do Cambodia por volta das 13:30h do dia seguinte (que corresponde às 6:30 do horário Britânico). Tenho hotel para as duas primeiras noites e depois disso,... não sei. Vou à descoberta com a mala às costas. 

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Começam os primeiros problemas com a possível compra da casa

A situação da casa ainda não está nada resolvida e, afinal está a ser muito mais complicada e stressante do que o que inicialmente o agente me fez pensar. Stressante devido ao empréstimo bancário que tenho que pedir para o pagamento do apartamento. Quando eu disse que queria avançar com a casa e fiz a entrevista com o consultor de financiamento (é assim que se chama em Português a um Independent Mortgage Advisor?), ela disse que o banco que oferecia melhor taxa de empréstimo seria o Santander. Então lá fiz o pedido de empréstimo com o Santander. Passado um dia, o banco confirmou que o meu empréstimo tinha sido oferecido. Fiquei toda contente e descansada porque assim já podia avançar e comecei por pagar o serviço da consultora de financiamento, a entrada para os advogados e o depósito inicial para o apartamento. Dois dias depois de ter feito isso, a consultora volta-me a contactar e diz que afinal o Santander fez um erro no seu acesso e que afinal já não me vão dar um empréstimo! A consultora disse-me que tinham feito um erro quando analisaram o meu 'credito score' (qual o termo utilizado para credit score? Pontuação de crédito?) e que, afinal não era bom o suficiente para eles me concederem um empréstimo. 

 

- O quê?! Mas podem assim mudar de ideias sem mais nem menos? E porque raio é que o credit score não lhes agrada?? Nunca antes tinha pedido crédito e raramente uso o meu cartão de crédito. 

 

Aparentemente o facto de não estar cheia de dívidas é mau para o credit score. O que os bancos querem ver é que eu já tenha pedido dinheiro emprestado frequentemente e pago as dívidas. Mas isso tem alguma lógica?? Não será muito melhor emprestar dinheiro a alguém que sabe gerir o seu dinheiro de forma natural dentro das suas poses em vez de ter que estar a pedir dinheiro emprestado??

 

Enfim, lá a consultora disse-me que a segunda melhor alternativa era tentar pedir o dinheiro ao Barclays. Eu disse que sim, mas depois estive a fazer umas contas e vi que o HSBC oferecia condições muito melhores. Como tal, disse que já não ía em frente com o Barclays e que ía tentar com o HSBC primeiro. No entanto, o problema é que o HSBC é muito mais demorado no seu processo e, agora como já tinha dado a instrução aos advogados, já tenho uma data limite para fazer o contrato daqui a duas semanas e meia. mas estou com medo se o HSBC não trata das coisas até essa data. E se não tratar também não sei quais serão as consequências. Estou a tentar obter toda essa informação, mas devo dizer que isto é tudo muito stressante. 

O apartamento volta a ser uma possibilidade

E no último post tinha dito que o tal apartamento não me tinha sido alocado, mas entretanto recebi um e-mail a informar que o apartamento já estava novamente disponível porque a pessoa a quem tinha sido alocado mudou de ideias. Como tal, o apartamento é meu se eu quiser!! 

 

Mas com essa notícia, também surge a dúvida - será que quero mesmo este apartamento? Será que esta é a melhor opção? Será que eu devia esperar mais algum tempo para ver se encontro um apartamento que possa comprar por inteiro em vez de shared ownership? E se fôr, será que o apartamento e o bloco de apartamentos tem todas as coisas que preciso - por exemplo parque seguro para a minha bicicleta (não quero ter que andar a acartar com ela para cima e para baixo todos os dias)?; A rua junto ao edifício vai ser cortada para não haver passagem de carros?; Vem com seguro de construção?;... fiz uma grande lista de questões que já enviei ao agente. Dependendo das respostas que ele der, eu logo vejo se vou em frente com o apartamento ou se não. Ao mesmo tempo, tenho andado numa euforia a olhar para tudo quanto é site de propriedades para ver o que mais está por aí à venda. Quero poder comparar preços, qualidade, localização, espaço, etc., para verificar se esta será a melhor decisão. Mas estou entusiasmada!

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Recomeça a procura de nova casa

Os leitores mais regulares podem lembrar-se que por meados do ano passado eu escrevi este post quando comecei a pensar em entrar numa das fases mais complicadas na vida de qualquer Londrino - encontrar casa para comprar.

 

Foi também nessa altura que fizeram cortes na minha empresa anterior e lá fui eu juntar-me à fila dos desempregados. Claro que essa não era altura para comprar casa nenhuma e, quando recomecei o novo emprego tive que esperar alguns meses até ficar permanente, antes de sequer poder pensar em comprar casa, visto que a maioria dos bancos não me iriam oferecer um empréstimo nessas condições.

 

Assim que fiz os 6 meses na empresa achei que seria altura de voltar a pensar no assunto. Primeiro fui falar com o meu banco para saber quanto podia emprestar e depois comecei a olhar para os anúncios de propriedades e inscrevi-me para receber alertas das mesmas dentro do meu orçamento.

E começam os alertas – uma mistura entre estúdios, apartamentos em edifícios sociais, apartamentos mais modernos ou em casas bonitas antigas localizados no cú de judas :-S Escusado será dizer que nenhum deles correspondia ao tipo de apartamento que eu gostava de poder comprar. Os preços de casas para comprar são absolutamente ridículos e, sinceramente pergunto-me como é que estas pessoas conseguem comprar as centenas de apartamentos de luxo que estão espalhados pela cidade e que não param de construir.

 

Ao deparar-me com a impossibilidade de comprar o tipo de apartamento que gostava de ter numa zona da minha preferência comecei a pensar que a minha melhor alternativa seria mesmo optar por ‘Shared Ownership’ ou ‘Help to Buy’, sendo que ambos são esquemas oferecidos pelo Estado para ajudar os compradores a comprar a sua primeira casa. No post que escrevi no ano passado já escrevi um pouco sobre shared ownership e, o conceito do Help to Buy é semelhante no sentido em que também não podem usar o esquema se não tiverem intenções de viver na casa. A diferença é que, com o Help to Buy, a casa é toda vossa, mas para além do empréstimo ao banco, o governo também vos dá um outro empréstimo que, até agora tem sido no valor de até 20% do valor total da casa, mas a partir de Abril deste ano vai passar a ser até 40% do valor total da casa para propriedades em Londres. Isso sem dúvida que vai abrir as portas a mais compradores mas também facilita aos construtores que podem continuar a manter os preços elevados sem perderem dinheiro com isso. O problema é que para beneficiarem do ‘Help to buy’ é necessário comprar casa num dos desenvolvimentos especificamente aprovados pelo esquema ‘Help to Buy’ e, a oferta desse tipo de propriedades é muito limitada.

 

Comecei então a pesquisar mais no site de shared ownership por desenvolvimentos que fossem do meu interesse já que essa foi a única opção que encontrei para poder conseguir comprar algo de que goste. Encontrei um desenvolvimento que parecia interessante e bem localizado e fui visitar o apartamento modelo. Gostei e submeti o meu interesse de imediato. Até ao momento em que eu tinha ido visitá-lo já tinham havido 20 pessoas a submeter interesse para os 14 apartamentos disponíveis. Passado uma semana recebi um email a informar-me que nenhum apartamento me tinha sido alocado. 

 

Este é um dos problemas da shared ownership. A concorrência. Preferência é dada a pessoas que vivam e/ou trabalhem na junta de freguesia para a qual se estão a candidatar a um apartamento. Eu correspondo a esse critério, mas existem muitos mais critérios tais como – preferência é dada a cidadãos que tenham cargos considerados ‘essenciais’ tais como enfermeiros, bombeiros, etc. Preferência é também dada a quem já esteja a receber ajudas financeiras do Estado, tais como a viver em acomodação social por exemplo. E eu não correspondo a nenhum desses critérios por isso também sou remetida para o fim da lista. Felizmente esse crit]erio todo está para ser eliminado em Abril deste ano, sendo que apenas os militares vão ter prioridade.

Enfim, não vejo outra possibilidade senão continuar atenta e candidatar-me para outro apartamento, quando eventualmente aparecer algo de que goste.

 

 

 Este mapa indica o valor médio do preco das propriedades por estação de metro de Londres. Vejam o mapa grande aqui

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Comprar casa em Londres - começa a saga

Comecei a pensar mais a sério na hipótese de comprar casa um dia no ano passado, quando estava a correr ao longo do canal e vi que lá estavam a começar a construir um novo edifício. Eu adorava poder viver junto à água (canal, rio, mar, o que fôr) então assim que cheguei a casa fui pesquisar pelo nome do edifício na Internet. Já me podia inscrever para ficar na lista de espera e para receber o alerta quando lançassem os apartamentos para venda este ano. Esse dia foi à cerca de 3 semanas atrás. Fui ver o apartamento modelo, que não era mau, mas fiquei decepcionada ao saber que os apartamentos no complexo junto ao canal íam provavelmente ser vendidos a uma empresa de investimento que depois os ía alugar por um preço rídiculo, como é óbvio. Os restantes apartamentos estariam disponíveis para compra no esquema do governo de "shared ownership", ou seja, um esquema que ajuda as pessoas a comprarem casa em locais onde, de outra forma não conseguiriam comprar devido aos elevados preços da zona. Com esse esquema, o comprador compra apenas uma percentagem da casa, sendo que o resto da casa pertence ao Estado. Isto significa que o comprador tem que pedir um empréstimo ao banco mais pequeno e, à parte da casa que pertence ao Estado irá pagar um aluguer. Mais tarde, quando o comprador tiver mais possibilidades, poderá comprar o resto da casa ao Estado. A maior desvantagem que vejo neste esquema é que, enquanto não se tem total propriedade da casa, não se pode utilizá-la como investimento, ou seja, o comprador tem que viver lá e não a pode alugar. Daí, caso algo aconteça, e precisar de mudar, a única hipótese é mesmo vender a sua parte na casa. Podem ler aqui para mais informações sobre a "shared ownership".

 

Acabei por ficar desanimada com aquele edifício e achei que, pelo que era, mesmo assim ficava caro demais. Mas pensei que, efectivamente, tem sido um autentico desperdício todo o dinheiro que tenho andado a pagar mensalmente ao meu senhorio e, teria muito mais lógica pagar por algo meu. Assim sendo, comecei a pesquisar por casas e oportunidades de compra. 

 

Primeiro pensei que seria uma boa ideia comprar um apartamento de 2 quartos baratinho e alugar o segundo quarto para me ajudar a pagar o empréstimo. O único problema é que os únicos "baratinhos" que encontrei anunciados tinham o aspecto de ser apartamentos onde eu não gostaria mesmo nada de viver. Lá encontrei um numa das zonas onde eu queria viver, mas localizado na rua de um mercado, mesmo por cima de um talho. Dada a localização do mercado apresenta-se mais barato que a maioria e como tal, achei que seria um bom investimento. Decidi ir ver o apartamento num dia de mercado para analisar bem como seria viver lá. Era por volta do meio-dia a um sábado de manhã e, ao subir as escadas do edifício comecei a ouvir a música bem alta que estava a bombar no apartamento no andar em cima àquele que ía ver. Humm,... não me parece que isso fosse um bom sinal acerca da vizinhança. Entrei no apartamento e, verifiquei que o espaço até que não era mau, apesar de ter acabamentos muito baratos mas, não só eu conseguia ouvir a música bombástica do vizinho, como também conseguia ouvir a acção do mercado lá fora, apesar das janelas estarem fechadas. Achei que não seria uma boa ideia.

 

Como não consegui encontrar mais nenhuma opção barata para 2 quartos dentro da minha zona de preferência tive que tomar uma decisão sobre aquilo em que podia fazer um compromisso:

  • A localização é extremamente importante para mim, para poder estar perto dos amigos, dos locais onde gosto de sair e poder continuar a estar a uma distância do trabalho em que possa ir de bicicleta. Não é negociável e, de qualquer forma já tenho uma área de procura abrangente o suficiente.
  • O tipo de casa: tem que ser bonitinha por fora mas pode necessitar de obras na parte interior. Portanto aí pode haver algum compromisso.
  • O tamanho da casa: pode ser pequeno portanto aqui fica o maior compromisso.

 

Então comecei a olhar para estúdios e apartamentos de 1 quarto. Fui ver um estúdio que ficava num rés-de-chão. O espaço do estúdio em si, até que não era mau, mas tinha um grave problema - a sua única janela dava para as traseiras de um novo edifício que estava ali a ser construído e planeado para ter 2 andares. Ou seja, ía tapar toda e qualquer possível oportunidade de sol de entrar naquele pequeno estúdio. Um estúdio, num rés-de-chão, sem sol, sem vista, e numa zona relativamente perigosa rodeada de bairros menos simpáticos - não me parece lá muito boa ideia.

 

Fui então ver um outro apartamento de 1 quarto, localizado num edifício alto de habitação social. O edifício em si aparentava melhor em fotos do que na vida real. As escadas eram muito sujas e o apartamento em si estava mal cuidado. Lá dentro encontrei 5 pessoas. Aparentemente eram uma família de emigrantes da Europa do Leste que viviam ali todos naquele pequeno apartamento de 1 quarto. Haviam sinais de infiltrações nas paredes, o que poderia ser um problema maior do que aquilo que aparenta à vista por isso, também não ía ser este.

 

Na sexta-feira outro agente telefonou-me:

Ele: "Acabou de ser lançado no mercado um estúdio em Kingsland Road. Quer ir ver?" 

Eu: "Oh wow, isso seria óptimo. Qual é o preço?"

Ele: "£325,000"

Eu: "£235,000?"

Ele: Não, £325,000!

Eu: "Tem torneiras em ouro? Deixe estar. Não vale a pena ir ver esse."

 

Vão lá roubar mas é para a terra deles!!!! Ahh, esperem,... eles estão na terra deles :-S

 

Os preços de habitação em Londres estão completamente ridículos! Uma amiga minha que comprou um apartamento de 2 quartos junto a Kingsland Road à 4 anos atrás, comprou-o por £270,000. Hoje está avaliado em £440,000! É inacreditável, o ritmo abismal a que os preços da zona cresceram. Daí, as únicas casas que encontro a preços menos maus tenham algo de muito errado com elas. 

 

Por curiosidade fui pesquisar o que eu conseguiria comprar em Portugal por £325,000, ou seja €439,000 - a menos que isso, por €435,000 consegue-se uma moradia T4 num condomínio privado com piscina em Cascais, a 5 minutos da praia:

 

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   Vivenda anunciada no Portalismo.pt 

 

E para terem uma ideia do que é a "agradável" vista que teriam a partir de um estúdio na Kingsland Road, aqui fica uma foto da rua:

 

Kingsland_waste_hackney_1.jpg

Imagem retirada do Wikipedia 

 

Talvez a minha melhor hipótese seja mesmo olhar para uma opção de "shared ownership". Não é ideal, mas pelo menos, geralmente esses apartamentos são localizados em edifícios relativamente novos e poderia conseguir numa zona menos perigosa, dentro da minha freguesia. A ver vamos. Não tenho pressa. A procura continua.