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Tuga em Londres

A vida de uma Lisboeta recentemente Londrina.

O que fazer em Londres em Fevereiro 2017

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Com Brexit ou sem Brexit, a cidade de Londres continua a ser tão multicultural como sempre desde que vivo cá, e isso também se reflecte nas actividades que decorrem na cidade cada mês. Este mês desde exposições de artistas do Oriente a aulas de Espanhol, a influência que outras culturas têm em Londres é evidente. 

 

Do Ho Suh O que é? Exposição de arte  de Sul Koreano que viveu entre algumas das cidades mais cosmopolitas do mundo e, retrata a experiência da sua trajectória na vida através desta exibição colorida de quartos e caminhos. Quando? De 7 de Fevereiro a 18 de Março. Quanto? Não consigo encontrar informação sobre bilhetes pelo que imagino que seja entrada gratuita. Onde? Victoria Miro Gallery, Hoxton

 

Transcending Boundaries O que é? Exposição dos artistas de Tokyo TeamLab, de instalações de arte imersivas onde se apresenta uma fusão de arte digital. Quando? De 7 de Fevereiro a 11 de Março. Quanto? Gratuito. Onde? Pace Gallery, Mayfair

 

Ano Novo Chinês no Museu O que é? Para quem perdeu as celebrações do ano novo Chinês no início do mês, ainda vai poder apreciar as festividades a decorrer no próximo sábado, no museu da criança, que celebra a variedade a diversidade desta grande celebração Chinesa. Quando? 11 de Fevereiro. Quanto? Entrada Gratuita. Onde? Museum of Childhood, Bethnal Green.

 

Stupid Cupid Anti-Valentine Pub Crawl O que é? para quem não ser saber do da dos namorados, mas gostava de fazer novos amigos, o funzing está a organizar um pub crawl com a temática anti dia dos namorados, pelos bares de Shoreditch no próximo sábado à noite.  Quando? 11 de Fevereiro. Quanto? £12 e o bilhete incluí entrada em todos os bares e numa discoteca e conta com um shot gratuito em cada bar. 

 

Noite de Filme Espanhol O que é? A noite conta com apresentação do filme Espanhol, visualização de curtas metragens e acaba com uma aula de Espanhol gratuita num ambiente social. Quando? 15 de Fevereiro. Quanto? £8.

 

Festival de Gin O que é? Um festival onde podem apreciar alguns dos melhores sabores de gin, enquanto que ouvem seminários sobre o processamento da bebida ou apreciam o entretenimento musical. Quando? de 17 a 19 de Fevereiro. Quanto? £16 Onde? Tobacco Dock, Wapping

 

LDN Talks @ Night O que é? Um novo conceito de TedX Talks mais acessíveis à maioria e com regularidade de frequência. Cada noite conta com 10 apresentações. No caso da noite do link, a temática vai ser a actividade paranormal. Quando? 15 de Fevereiro. Quanto? £10. Onde? Shoreditch. 

Um dia em galerias de arte

Hoje passei a tarde a visitar exposições artísticas. As duas muito interessantes e que nos fazem pensar sobre nós, aquilo que estamos a ver, como interpretamos o que estamos a ver, e a informação que nos está a transmitir sobre a sociedade ou o mundo em geral. São próximas uma da outra, ambas com entrada gratuita, e patrocínam uma tarde mesmo muito bem passada, por isso achei que devia partilhar para quem também esteja interessado.

  • The Infinite Mix - localizada na Strand, é uma exposição de vídeo e música. Lá dentro percorrem 10 quartos escuros onde estão apresentados vídeos de 10 artistas em temáticas totalmente diferentes. Entre os que gostei mais encontrava-se um filme que retrata uma comunidade Africa-Americana de Los Angeles; outro que apresentava o poeta John Giorno no seu 70º aniversário, a recitar um poema em que ele fala sobre a sua vida em retrospectiva. A exposição decorre entre 4 andares, incluíndo o parqueamento e, a meio da exposição, encontra-se um café muito giro e bem decorado com grandes sofás e vista para o rio e a Southbank, o que foi uma boa surpresa. 

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Fonte: The Infinite Mix, do filme de Kahlil Joseph, m.A.A.d

World Press Photo - localizada no Southbank Centre, conta com a apresentação da melhor fotografia de fotógrafos-repórteres do mundo, incluíndo o primeiro prémio sobre histórias da actualidade pelo fotógrafo Português Mário Cruz cujas fotos representam a situação dos 'escravos-modernos' no Senegal.

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 Foto de Mário Cruz premiada pela World Press Photo

O The Infinite Mix só vai estar em exibição até ao dia 4 de Dezembro, e o World Press Photo, reparei agora, só vai estar em exibição até amanhã. De qualquer forma, o Southbank Centre costuma ter sempre actividades e exposições interessantes a ver, pelo que vale a pena o passeio até lá. E se forem durante esta época Natalícia, ainda podem também aproveitar o mercado de Natal da Southbank. 

Festival das luzes - Lumiere Festival em Londres

Este fim-de-semana decorreu o Lumiére Festival, que contava com instalações de arte e projeções de luz por várias zonas da cidade. Fui ver as luzes de Trafalgar Square e Kings Cross e este foi o resultado:

 

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 Trafalgar Square - Centre Point representado 

 

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Trafalgar Square - iluminação de garrafas plásticas na água

 

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Kings Cross - As palavras ditadas pelas pessoas apresentavam-se escritas no painel luminoso

 

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Kings Cross - Vestido luminoso com aparência de criatura monstruosa?

 

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Kings Cross - Show de luzes projectado no edifício da Universidade Central Saint Martin's em Granary Square (também em baixo em vídeo)

 

 

 

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 Kings Cross - Instalação de ar satélite espacial em Granary Square

 

 

 

Uma noite no Hotel Corinthia Londres

Para quem é de Lisboa, conhece bem o Hotel Corinthia que já lá está estabelecido à tantos anos, por isso fiquei surpreendida quando fui a uma conferência à uns meses, onde uma das sessões de seminário foi apresentada por um membro do grupo Corinthia Hotels, mas várias pessoas que lá estavam, inclusivé quem trabalhava na área de hotelaria, nunca tinham ouvido falar do nome. Penso que se deve ao facto de que o grupo ainda é relativamente pequeno, com cerca de 14 hotéis e resorts e é dedicado a uma clientela de luxo, daí ser menos conhecido que outros grupos que publicitam mais. 

 

De qualquer forma ontem tive um convite para ir ver a apresentação de duas curtas metragens filmadas no Corinthia Hotel London por dois artistas que residiram durante um mês no Hotel. O objectivo era que, ao viverem lá, se inspirassem para criarem os respectivos filmes e apresentarem o Corinthia Hotels de uma forma artística. Já é o terceiro ano que o Corinthia Hotel London desenvolve este projecto e, os artistas são seleccionados previamente através de um concurso. Ambos os filmes foram interessantes - o primeiro, foi criado pela artista Zawe Ashton, que por sinal é também actriz da comédia Fresh Meat. O filme dela relatava uma história de dois empresários que ficam frequentemente no hotel e apaixonam-se de todas as vezes que lá ficam, mas saem do hotel sempre sem se lembrarem de que se conheceram. Conta com umas partes um pouco exageradamente românticas, mas de forma geral o conceito está interessante. O segundo, criado pelo artista David Petch, era mais artístico e aleatório, apresentando dois casais que estão no Hotel, mas o que me pareceu é que a mulher de um dos casais e o homem do outro casal ficavam melhor um para o outro. Pelo menos foi essa a impressão com que fiquei do filme. Acho que teria que voltar a vê-lo novamente para perceber melhor se era mesmo essa a ideia que o artísta estava a tentar transmitir.

 

De qualquer forma, o evento deu-me a oportunidade também para conhecer aquele hotel que fica localizado num edifício lindíssimo em Northumberland Avenue, entre Trafalgar Square e o Tamisa, num antigo edifício do Governo Britânico. Foi uma noite interessante para uma segunda-feira. Gostava era de descobrir mais eventos semelhantes que já há algum tempo que não ía a um evento deste género.

 

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Pintora Portuguesa Natália Gromicho com exposição em Londres

Para a próxima semana a pintora Portuguesa Natália Gromicho vai exibir o seu trabalho em Londres na Hay Hill Gallery em Baker Street. 

A artista iniciou a sua carreira em 1995, com a sua primeira exposição em Almada e, lançou-se internacionalmente em 2012 com exposições em Itália, Miami e São Paulo. Este ano vai expôr individualmente pela primeira vez em Londres de 29 de Setembro a 25 de Outubro e esta exposição vai estar aberta de segunda a sábado com entrada gratuita. 

 

Em antecipação à exibição tive a oportunidade de entrevistar a Natália que passo a publicar em baixo:

 

Natália Gromicho

 

 

Natália, para quem ainda não conhece o seu trabalho, o que é que os visitantes podem esperar desta exibição?

R – Para quem não conhece o meu trabalho, pode esperar o inesperado.  Eu tento, ao logo dos 20 anos que já pinto, que a minha obra seja apenas reconhecida pela assinatura, que não haja ligação entre as várias coleções (conjuto de pinturas baseado no mesmo tema), esta coleção que apresento em Londres é o conjunto das obras mais expostas em todo o  mundo, o exemplo do quadro “Hermafrodite” que para além de já ter percorrido Portugal e norte a sul com a exposição “Modos de Ver” já teve na Austrália e em Nova Iorque. Acho que os visitantes vão gostar da selecção que a Hay Hill Gallery vai apresentar.

Quanto tempo costuma dedicar a cada peça de trabalho e em que é que se inspira cada vez que pretende começar a trabalhar numa nova pintura? 

R – Em relação ao tempo que dedico, podemos considerar que em média 2 semanas em cada trabalho, é necessário esboçar, estudar a ideia, esboçar e depois passar á ação. Por vezes são duas semanas, por vezes meses e alguns até levam anos até chegar ao ponto que quero. A minha inspiração é baseada em tudo o que se passa no mundo, tenho várias coleções relacionadas com os direitos Humanos, a sexualidade; outras com fenómenos e catástrofes como Fukushima, Prestige, Tsunami e mais importante que tudo são as guerras, não consigo ficar indiferente sem passar para a tela o que me vai na alma (Tripoli).

Já exibiu o seu trabalho em vários países ao longo dos anos. Como é que iniciou a sua carreira internacional e de que forma é que essas exposições beneficiaram a sua carreira?

R – Sim já fiz várias exposições internacionais, Miami foi a primeira e uma das mais marcantes, a partir de Miami, de contactar com artistas a pintar ao vivo, nos próprios ateliers, á noite deu-me a ideia de fazer o mesmo em Portugal. Seguiu-se a Austrália, que comercialmente foi a que teve mais impacto imediato, para além de ter sido a primeira artista Portuguesa (e única até á data) a expôr no Adelaide Fringe Festival,  vendi metade da exposição em meia hora, foi uma experiência única pela rapidez como aceitaram a minha obra, do outro lado do mudo... de regresso da Austrália, decidi homenagear a minha cidade e pintei, para uma exposição de grande formato, Fernando Pessoa, Amália Rodrigues, Carlos Paredes entre outros em quadros de mais de 2 metros para um evento na LX Factory chamado Open Day. Foi muito intenso. Para ter uma ideia, para esta exposição fui obrigada a alugar um Atelier, concorri a um concurso municipal e a CM de Lisboa colaborou com esta iniciativa, aproveitei a ideia que trazia de Miami e abri, uma galeria que é também um atelier, onde os interessados podem ver-me pintar diariamente, ao vivo, para além de ter todo o meu acervo (mais de 200 quadros) exposto para os interessados, no centro de Lisboa, Chiado.

Este ano tem sido um ano muito positivo para mim, em Fevereiro tive em Nova Iorque onde fiz uma live performance na Soho e que resultou numa venda de uma obra por $25.000 USD,  representei oficialmente Portugal em Moscovo (já não ia um artista português á Rússia á mais de 10 anos), em França e para além desta exposição de Londres, até fim do ano, vou ainda á India (Nova Delhi) e Timor (Dili)

 

Quais teriam que ser os resultados da exibição em Londres para poder considerar esta como uma exibição de sucesso? 

R – Para mim, já é um “sucesso” ter sido considerada por tão prestigiada galeria Londrina, é o realizar de um sonho. Já não é a primeira vez que venho a Londres por causa do meu trabalho, em 1999 ganhei um concurso da Radio Comercial que consistia em desenhar um logotipo alternativo dos Rolling Stones para a tour “Bridges to Babylon Tour”, ganhei e vim ao concerto dos Rolling Stones, no antigo estádio do Wembley e foi um momento marcante.

Considera que tem uma carreira de sucesso ou que falta para chegar a esse ponto?

R – Ainda falta muito para atingir o ponto, não me movo por ter uma carreira de sucesso ou não, mas sim se o publico gosta ou não da obra que faço, sinto-me mais realizada desta forma...

Quais são os desafios e benefícios que os artistas Portugueses têm de forma geral?

R – É ir contra o pré-estabelecido, existem muitos obstáculos para um artista português consiga fazer o seu trabalho, o estado atual da cultura é uma excepção em relação ao resto do mundo, por exemplo, não temos ministro da cultura, todas as semanas recebemos noticias de cortes orçamentais na cultura, cancelam os poucos programas que temos que nos dão acesso á cultura, enfim acho que não é preciso falar muito mais sobre este tema...

Muitos jovens artistas Portugueses hoje em dia decidem iniciar a sua carreira no estrangeiro com o objectivo de obter melhores oportunidades. Que conselhos daria aos jovens que preferem ficar em Portugal, para conseguirem desenvolver a carreira no seu país?

R – O meu conselho é simples peçam apoios a fontes alternativas que não o estado ou instituições publicas, façam-se representar por marcas ou empresas, como sabem a lei do mecenato já não existe e têm de existir alternativas, por isso não desistam, façam projectos e apresentem... nunca desistam.

Se os Portugueses residentes em Londres quiserem conhecê-la pessoalmente, tem algum dia em específico em que vai estar disponível para falar com o público durante a sua exibição?

R – Sim, vou estar na abertura da exposição no dia 30/09 a partir da 18h, de qualquer forma vou estar em Londres de 29 de Setembro a 01 de Outubro, podem contactar-me através de email para info@nataliagromicho.com ou através das redes sociais (Facebook e LinkedIn). Apareçam!

 

 

First Thursdays

Na quinta-feira passada fui à First Thursday de Vyner Street em Hackney pela primeira vez. First Thursdays é um evento gratuito organizado por cerca de 130 galerias no Este de Londres na primeira quinta-feira de cada mês onde todas as galerias envolvidas ficam abertas ao público até às 21h. Dependendo dos meses e das galerias, muitas destas noites das "First Thursdays" são acompanhadas por outros eventos tais como concertos de bandas ao vivo, seminários ou outros. As galerias de Vyner Street são particularmente interessantes pela sua localização - no meio de uma zona industrial -, pelo espaço - encontram-se várias juntas umas às outras e pelo menos 3 delas têm um espaço de exibiçao muito grande -, e pelo ambiente - sendo galerias onde costumam expor alguns artistas muito bons, atraem uma grande quantidade de visitantes que, por sua vez, trazem um ambiente simpático e social a esta noite em Vyner Street. Uma outra vantagem que fica àparte mas não deixa de ser agradável, é o facto de que muitas vezes, nestas galerias existe um patrocinador que paga as bebidas, pelo que têm direito a um copo de vinho com a vossa visita.

 

Nesta passada quinta-feira a zona estava mesmo a vibrar, com música de rua e algumas exibições muito boas. Houve uma em particular que me impressionou mesmo pelo detalhe de construção das estruturas e esculturas criadas.

 

Quer pela arte em si ou pela experiência e pelo ambiente, vale a pena ir a uma destas noites. E para quem prefere arte mais convencional (geralmente em Vyner Street, o tipo de artistas tendem a preferir trabalhar com arte moderna) aqui podem ver a listagem dos principais museus e galerias de Londres que têm horários de abertura até tarde a certos dias da semana ou do mês.

 

Galeria em Vyner Street

First Thursdays @ Vyner Street

O Quarto da Chuva

Neste post sobre o que fazer em Londres em Novembro fiz referencia ao "Quarto da Chuva" ou, mais precisamente "the Rain Room", uma instalação actualmente a decorrer no Barbican onde o efeito de chuva é simulado. A ideia desta instalação é que assim que as pessoas andam para a zona da chuva, esta pára sobre as suas cabeças de forma a que as pessoas consigam chegar ao meio da instalação sem estarem molhadas.

 

Esta exibição é muito popular e, como tal, até agora tem tido filas de 2 horas todos os dias. Vai estar a decorrer até Marco, por isso talvez diminui um pouco de pouco de popularidade até lá, mas de qualquer forma, para os interessados, convém mentalizar-se que vão ter que estarmais ou menos esse tempo na fila.

 

Estando mentalizada eu própria, fui lá recentemente fazer a visita. Cheguei por volta das 14h a um sábado 'a tarde e, no total, esperei cerca de 2horas e 15 minutos. Não é ideal, mas desde que não vão sozinhos ou vão com um livro para ler, o tempo passa rápido.

 

A razão da longa espera deve-se ao facto de só cerca de umas 6-8 pessoas de cada vez podem estar na instalação e não há tempo limite para cada um lá ficar. Portanto fica-se muito tempo 'a espera, mas ao menos quando chega a nossa vez podemos realmente tirar proveito do que vamos lá ver, sem pressas.

 

Se vale a pena? Valeu. A instalação é pequena, mas o efeito é mesmo interessante. E lá está, como as minhas duas horas de espera não foram perdidas, e estava na conversa a tomar um café, nem dei por elas passarem. Aconselha-se.

 

Rain Room queue notice board

 

 

Rain Room

O que fazer em Londres em April 2012

"Em Abril, águas mil", diz a lenga-lenga a que a minha avó se refere sempre que se fala do mês de Abril. Mas vê-se mesmo que quem inventou este dizer não estava a viver em Londres, já que nos últimos anos Abril tem sido sempre um dos meses com mais sol do ano. E pelo menos para já, estamos a andar no bom caminho para que o recente historial se mantenha. Ainda mais com um belo de um feriado prolongado de 4 dias que está para vir neste próximo fim-de-semana, nada como uns dias solarengos para alegrar todos aqueles que se vão manter pela cidade. Assim sendo, e com esperanças de um mês agradável, fica aqui uma boa selecção de eventos ao ar-livre (e outros entre 4 paredes para quem quiser) a decorrer este mês:

 

Páscoa nos Kew Gardens O que é? Este evento é ideal para famílias com os mais pequenos já que envolve a procura de ovos de Páscoa numa temática dos Maias. Quando? De 31 de março a 15 de Abril. Quanto? Adultos £13.90 e jovens e crianças com menos de 17 anos entram gratuitamente. Onde? Kew Gardens. Estação? Kew Gardens.

 

Exibição de Damien Hirst O que é? Exposição de arte do reconhecido artista Britânico Damien Hirst. Quando? De 4 de Abril a 9 de Setembro. Quanto? £14 Onde? Tate Modern Estação? Southwark.

 

Underbelly Festival O que é? Festival indoor e outdoor no Southbank Centre que conta com várias performances de comédia e música organizado pela mesma companhia que organiza o festival de Edinburgo. Quando? De 5 de Abril a 8 de Julho. Quanto? Preços variados Onde? Southbank Centre Estação? Waterloo.

 

O Making-of Harry Potter O que é? A Warner Bros está a fazer visitas guiadas aos estúdios de criação do Harry Potter. Quando? De 31 de Março de 2012 a 06 de Março de 2013. Quanto? Adultos £28 e crianças £21. Onde? Warner Bros Studios Estação? Watford.

 

Virgin London Marathon O que é? O dia em que decorre a maratona de Londres. Ruas vão estar encerradas e vai haver muita movimentação e animação no centro de Londres. A partir do link indicado podem obter informação sobre os locais por onde a maratona vai passar e onde podem ver melhor como espectadores. Quando? 22 de Abril. 

 

Passeios em Londres O que é? A Time Out tem uma boa selecção de passeios a pé ao longo de toda a cidade e para variados interesses. Quando? Quando quiserem. 

 

Galerias aleatórias

Hoje quando estava a ir de Brick Lane para Shoreditch, reparei que uma série de novas galerias de arte abriram na Redchurch Street. Não sei bem se já lá estão há uns tempos e simplesmente não reparei, mas acho que não estavam já que passo nessa rua com alguma regularidade e nunca antes tinha reparado nelas. 

 

Houve uma em particular que me despertou a atenção pelo nome e posters que tinha no exterior - Daniel Poole's Curiosity Shop

Daniel Poole é um reconhecido designer de interiores e moda e, na Curiosity Shop juntou o trabalho de vários artistas que, juntos fazem uma combinação muito interessante de peças de arte moderna e peças antigas. Desde pintura a posters, escultura a pequenas instalações, passando por robots e placards de neon, a exposição tem um pouco de tudo com peças que permitem decorar desde uma casa familiar a um bar alternativo. Vale a pena visita para comprar qualquer uma das peças ou apenas para dar uma vista de olhos.

 

Welcome Poster

 

@ Curiosity Shop

 

Britain in a Day

Este sábado que passou foi o dia do Britain in a Day.

 

O que é que isso significa? Singnifica que foi um dia em que centenas, ou talvez até milhares, de pessoas residentes no Reino Unido fizeram filmagens de vários acontecimentos do seu dia.

Que tipo de acontecimentos? Qualquer coisa. Podia ser a comer, a ter um bébé, a casar, a ver televisão, lavar a roupa,... qualquer coisa. O importante era capturar em filme alguma coisa que se estivesse a fazer. 

Qual é o objectivo? Um productor pretende criar um filme através da montagem dos muitos curtos filmes das vidas das pessoas residentes no Reino Unido para retratar como é um dia típico na Grã Bretanha. 

Se eu participei? Claro que participei. A minha gravação não foi da mais interessante já que o meu dia se passou na biblioteca, a ver os fogos de artifício do Lord Mayor of London e num bar com amigos. Mas até poderia ter conseguido uma boa filmagem se a qualidade da câmara fosse melhor, mas infelizmente ficou tudo um pouco escuro, logo acho que o meu vídeo não vai ser seleccionado pela escuridão das partes nocturnas. Ora mas valeu a tentativa.

 

Estou curiosa para ver o resultado final. 

 

Para mais informações podem visitar o site oficial do britain in a Day aqui: http://www.bbc.co.uk/programmes/p00kqz5p