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Tuga em Londres

A vida de uma Lisboeta recentemente Londrina.

10 dicas para dar um toque Português a uma casa moderna

O pessoal do Zaask.pt contactou-me no outro dia a perguntar se aceitava ‘guest posts’. O interessante do site deles é que, à semelhança do buzzfeed, eles têm jornalistas que escrevem sobre tudo e mais alguma coisa e ofereceram para escrever um post sobre um tópico à minha escolha. Não tive que pensar duas vezes. Como o meu tempo livre nos últimos tempos tem sido maioritariamente passado a pensar e procurar por peças de decoração, pedi-lhes para escreverem um post que oferece-se dicas sobre como decorar um casa moderna com uns toques Portugueses. Eles aceitaram a ideia, e aqui fica o resultado:

           

  1. Azulejos: Quem é que não conhece os azulejos tipicamente portugueses? Mesmo numa casa moderna, é possível enquadrá-los na decoração, por exemplo, colocando-os na linha de topo dos azulejos existentes na casa de banho. Além do mais, existem vários padrões à escolha, por isso, servem para todos os gostos.
  2. Bibelots que representem figuras tradicionais portuguesas: Quer sejam em porcelana, cerâmica, vidro ou madeira, existem imensos bibelots muito engraçados que representam figuras portuguesas bem conhecidas, como o Zé Povinho ou o Galo de Barcelos. E não são nada difíceis de encontrar, basta irmos a uma das imensas feiras de artesanato que estão espalhadas pelo país. Nas férias, ou numa ida a Portugal, visitar uma destas feiras pode ser um excelente programa!
  3. Objectos em cerâmica: Também estes representam bem a essência do nosso povo. Se virmos bem, os nossos pais e os nossos avós até têm objectos destes, principalmente os que pertencem aos conjuntos do Bordalo Pinheiro. Uma casa tipicamente portuguesa costuma ter estas porcelanas em forma de couves, frutos e animais! 
  4. Porcelanas: Para serem usadas ou apenas para servirem como adereços, o certo é que as porcelanas portuguesas, sobretudo as da marca Vista Alegre, são reconhecidas no mundo inteiro. E existem em padrões tão variados (até mesmo baseados em autores portugueses, como o Fernando Pessoa) que, numa casa moderna, ainda lhe dão um maior requintes.
  5. Tecidos tradicionais: Um clássico da tradição Portuguesa são os lenços dos namorados, cheios de erros ortográficos (propositadamente feitos assim) e esses existem bordados numa variedade de tecidos. Por exemplo, ficam mesmo bem numa mesa, num quadro, ou a servirem de forro numa almofada.
  6. Rendas: Nem todos gostam de usar naperons feitos em renda, muito menos ter as rendas colocadas em quadros, mas a verdade é que esta arte faz parte da tradição portuguesa e temos que reconhecer todo o mérito a quem elabora estes trabalhos. Curiosamente, até se enquadram muito bem num ambiente caseiro, é só preciso saber onde colocá-los.
  7. Decoração com chita: A chita é também algo que nem todos apreciam, especialmente pelos seus padrões muito coloridos. Mas quem gosta de cores mais leves tem sempre a opção da chita de Alcobaça. E quem pensa que um forro ou um tecido com a decoração em chita destoa na decoração moderna está bem enganado!
  8. Papel de parede alusivo a Portugal: Dar um toque português a uma casa também passa pelas pinturas interiores. Por isso, é uma óptima ideia mandar personalizar um papel de parede para a sala, ou até para o quarto, com paisagens das cidades portuguesas favoritas, de uma paisagem marcante, ou de algo puramente português que tenha realmente significado.
  9. Instrumentos de música portugueses: Podem não ser propriamente baratos, mas dão um certo estilo a uma divisão, sem a mínima dúvida. E, para quem gosta de música, certamente que vai adorar ter uma guitarra portuguesa ou um cavaquinho exposto como elemento decorativo.
  10. Peças de mobiliário portuguesas: Se houver possibilidades financeiras para isso, aqui está outra grande sugestão. Para além de existirem peças de mobiliário muito elegantes, acabam também por ser bastante úteis dentro de uma casa. Sem esquecer, claro, que se ajuda uma empresa portuguesa, que é igualmente importante.

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Open House 2016

Este fim-de-semana fui pela segunda vez visitar algumas casas da 'Open House London', o evento anual que permite a entrada de qualquer pessoa a muitos do esdifícios de Londres que geralmente estão fechados ao público incluíndo casas residenciais. Tal como no ano passado, decidi ficar-me pela visita de edifícios localizados na freguesia de Hackney. No ano passado fui visitar 2 que ficavam junto ao Regents Canal e este ano optei pelos seguintes:

 

  • Hoxton Docks: localizado em Laburnum Street, o edíficio das Hoxton Docks é utilizado como um estúdio de artistas e, este ano, decidiram utilizar o espaço que tinham no terraço para fazer 3 pequenas construções temporárias, desenhadas por empresas de arquitectura que pretendiam experimentar a construção com materiais renováveis. Os três edifícios estão planeados para estar em uso durante o próximo ano apenas para uso de artísticas que queiram explorar o espaço para diferentes instalações.

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  • Broadway Market Mews: Localizado num entrada perpendicular ao reconhecido Broadway Market, fica este edifício residencial onde, num espaço relativamente pequeno, os arquitectos transformaram num apartamento de dois quartos com arrumação inteligente, tectos altos e muita luz através de várias janelas e clarabóias espalhadas pela casa. Adicionado ao facto de que todo o apartamento está decorado de forma muito moderna e incluíndo um grande terraço, sem dúvida que é um apartamento que deixou muitos com desejo de viver lá. 
  • Makers House: No norte de Victoria Park, há esta conversão de uma casa Victoriana que está a ser construída há alguns anos, contendo 4 quartos e amplos espaços altamente modernos, com alguns detalhes interessantes na construção. O edifício ainda não está totalmente completo, mas já está em fase quase inicial onde só faltam alguns detalhes para a sua conclusão. 

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Uma óptima idea esta da organização que gere a 'Open House'. Sem dúvida muito interessante descobrir estes edifícios e ouvir um pouco sobre a sua história. 

O que fazer em Londres em Setembro 2016

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Setembro! Está a chegar o fim do verão e bem que já se o sente com a chuvinha que começou a cair este fim-de-semana e hoje. Olhando então para o que a cidade de Londres nos oferece mas nos alegrar o desaparecimento do sol, ficam aqui algumas ideias:

 

Totally Thames O que é? Vários eventos decorrem durante todo o mês de Setembro que celebram os benefícios que o rio Tamisa traz à cidade, desde competições de fotografia a apresentações de filmes relacionados com o rio. Quando? De 1 a 30 de Setembro. Quanto? Ver eventos individuais no site para detalhes. 

 

Barbican OpenFest O que é? O Barbican oferece aos visitantes neste dia a oportunidade de visitarem todos os espaços públicos do Barbican gratuitamente, assim como aceder às suas actuais exibições e eventos a decorrer nesse dia. Quando? 8 de Setembro das 12h às 19h. Quanto? Entrada gratuita. Onde? Barbican

 

Peckham Festival O que é? O primeiro festival de Peckham celebra a comunidade artistica da área e os variados artistas da área abrem as portas às suas galerias durante este evento. Quando? 8 a 11 de Setembro.  Quanto? Gratuito. Onde? Peckham

 

Dia do Brasil O que é? O Governo brasileiro vai celebrar um dia dedicado ao Brasil em Trafalgar Square no próximo fim-de-semana com o objectivo de celebrar os jogos olímpicos, o amor do Brasil pelo desporto, e dar a conhecer elementos da cultura Brasileira como o Samba e a comida. Quando? 10 de Setembro. Quanto? Gratuito. Onde? Trafalgar Square.

 

 London Design Festival O que é? O festival celebra a arte do design com várias instalações espalhadas pela cidade e eventos em diferentes localidades.  Quando? De 17 a 25 de Setembro. Quanto? Muitas actividades gratuitas e alguns eventos requerem entrada. ver site para detalhes. 

 

Open House London O que é? O Open House está de volta. Este dia é uma oportunidade para entrar em alguns dos edifícios mais icónicos de Londres desde grandes mansões a casas residenciais de interesse arquitectónico. Já visitei algumas casas em 'Open Houses' anteriores e devo dizer que valeu muito a pena. Muito interessante. Quando? 17 e 18 de Setembro. Quanto? Gratuito mas alguns edifícios têm que ser marcados com antecedência.

 

Hackney Record Fair  O que é? Para os amantes de discos antigos, a Hackney Record Fair permite-vos comprar uma grande variedade de discos de todas as décadas.  Quando? 25 de Setembro. Quanto? Gratuito. Onde? EPIC Dalston, em Stoke Newington High Street.

 

Umas férias de verão que a verão pouco souberam

Voltada de férias de Portugal, devo dizer que nunca me lembro de ter passado o verão em Portugal com um clima tão mauzinho, mas também nunca tinha decidido antes ir passar parte das férias para Peniche. 

 

Os dois dias em Lisboa, de facto foram bons e solarengos, mas nem queria acreditar quando, no dia em que fui para Peniche, vi que cada vez mais me aproximava de uma grande nuvem cinzenta enquanto conduzia nessa direcção. Foi esta a minha receção quando cheguei à Ericeira para almoçar:

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 A coisa não estava lá muito melhor quando cheguei a Peniche, e nos três restantes dias em que estive por lá, só num deles é que fiquei pela zona na praia do Baleal (que por sinal é muito gira e mal posso acreditar que ainda nunca lá tinha ido), e os outros dias dias tive que escapar às nuvens e ao frio dirigindo-me para o interior do país. Num dos dias passei a tarde nas piscinas de Rio Maior, e no último dia passei a manhã nas piscinas de Santarém antes de fazer a viagem de volta para Lisboa. 

 

Claro que eu sabia que as praias do Oeste são sempre menos certas em termos de temperatura que as praias do Sul, mas achei que como estamos no meio do verão, a temperatura havia de estar boa por aqueles lados. Mas não. Fiquei mesmo chateada porque estava mesmo a querer sentir aquele calor bom de que tenho saudades, mas enfim. Fui tendo algum calor durante as minhas escapadelas fora de Peniche. É uma pena que a temperatua seja tão incerta porque de facto a zona é gira. Queria passar os dias de descanso a uma zona mais calma para fugir ao turismo exagerado do Sul, mas depois desta experiência já não vou voltar a arriscar férias de verão na zona. 

 

De qualquer forma, achei muito simpático e animado o ambiente que encontrei no Baleal, uma zona dedicada ao Surf, com bons bares de praia e bonita praia. 

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Agora de volta ao dia-a-dia normal, finalmente me vou poder dedicar a tentar transformar a nova casa num ambiente acolhedor que as caixas que ainda tenho espalhadas pela sala não me oferecem. Comprar mobília passa a ser a minha prioridade!

Na casa nova e com Internet

E já está. Demorei a dar notícias por falta de Internet na nova casa, mas agora já voltei à ação. 

 

Já me mudei à 19 dias mas devo dizer que a casa ainda está longe de estar pronta. Ainda nunca me tinha mudado para uma casa que não tivesse mobilada e a experiência involve muitas noites a dormir num colchão no chão; dúvidas sobre que mobília comprar e afins. Ou seja, com falta de mobília, a minha sala ainda se encontra em estado de armazém. 

 

É engraçado e interessante tomar as decisões sobre o que comprar para decorar a casa, mas gostava que as coisas podessem avançar mais rapidamente. Este mês não calho a estar em Londres um fim-de-semana que seja, por isso não tenho tido oportunidade para parar e ir fazer compras e arrumações mais a sério. Como tal tenho feito coisas aos poucos e poucos após o trabalho.

 

Neste momento tenho a cozinha praticamente arranjada com alguns detalhes de decoração a faltar. Falta-me comprar um móvel e prateleiras para a casa de banho para poder ter mais arrumação; e no quarto já tenho a mobília mas ainda tenho que arranjar mais divisões no guarda-fato para aproveitar o espaço para ter mais arrumação. Na sala é que ainda só tenho o sofá. E finalmente ontem recebi a mesa e cadeiras para a varanda. Finalmente tenho uma mesa! Devo dizer que viver 2 semanas e meia a comer com o prato ao colo ou sentada no chão não é das coisas mais confortáveis.

 

Agora este fim-de-semana vou para Portugal. Já não vou desde o Natal porque andava a adiar devido à situação da casa mas já é tempo de uma visita. Estou ansiosa!

 

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Quadros que esperam ser pendurados um dia

 

1 Semana para a casa nova

E finalmente estou a chegar ao momento em que a ideia da  nova casa finalmente se vai poder concretizar. Estou a uma semana de fazer as mudanças, e este fim-de-semana comecei a tratar de empacotar as minhas coisas. Pensei que fosse arrumar quase tudo este fim-de-semana mas ainda longe disso. Demorou-me imenso tempo para começar, e uma vez que me decido que vou, por exemplo, arrumar tudo das prateleiras, quando essa tarefa acaba vem a dúvida sobre qual a melhor zona onde continuar. 

 

Entre tudo já tenho umas 9 caixas cheias, algumas malas, e ainda quase não toquei na minha roupa nem nas coisas da casa de banho e também ainda tenho algumas coisas da sala para arrumar. Parece que isto nunca mais acaba e já passei imensas horas em arrumações. Mas também tenho tido cuidado para tentar identificar as coisas de que não vou precisar para poder dar para uma loja de caridade ou levar para a próxima 'clothes swap' que costumo fazer com as minhas amigas. 

 

O engraçado é que quem me vai substituir no meu quarto atual vai ser uma rapariga também Portuguesa que ficou a saber que o meu quarto ia estar disponível a partir do blog e, calhou que os meus flatmates gostaram dela e que as nossas datas de mudança calharam certo. 

 

Neste momento estou a escrever do meu quarto a olhar para a janela e vem-me uma certa nostalgia porque adoro esta casa e este quarto. Gosto muito de olhar para as casas do outro lado da rua e ver a trepadeira que se estende sobre uma das paredes. Estou aqui a viver à 3 anos, anos esses que foram cheios de experiências e, o fato de viver nesta zona contribuiu imenso para que todas essas experiências pudessem decorrer. Vou ter saudades de viver aqui, mas ao mesmo tempo estou muito entusiasmada com a ideia de viver sozinha. Acho que é bom sinal sentir esta nostalgia, mas mal posso esperar para ter o meu espaço sem o ter que partilhar.

 

Estas é a fase de empacotamento em que me encontro de momento:

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A preparação para o Passaport

E chegou isto:

 

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É o livro oficial para estudar para o teste 'A Vida no Reino Unido' que é necessário passar para poder efetuar uma aplicação para obter o Passaporte Britânico.

 

Eu bem sei que ainda nada está decidido e que, mesmo quando fôr efectuada a saída da União Europeia pelo menos os atuais residentes provenientes da União Europeia no Reino unido vão ser permitidos ficar. Mas mesmo assim, eu prefiro tirar a cidadania e evitar quaisquer outras burocracias futuras. 

 

Depois de já estar aqui a viver à 11 anos não me parece que fosse mesmo precisar de um livro que me ensinasse como é que é a Vida no Reino Unido, mas se vou fazer o teste, achei por bem comprar o livro nem que seja por curiosidade de ver o que têm lá escrito. 

 

Só é permitido fazer este teste a quem já esteja a viver à pelo menos 5 anos no Reino Unido por isso achei que até fosse aprender qualquer coisa com este livro e que não deveria ser tão básico assim, mas ao dar uma breve vista de olhos pelo livro, isto é o que encontro:

 

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"Os pubs são um elemento importante da vida social no Reino Unido..." A sério?! Ora que nunca tinha reparado nisso 

 

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"Muitas casas têm jardins e os Britânicos gosta de passar o seu tempo livre a cuidar dos jardins..." Bem, este livro está a demonstrar trazer um rio de conhecimento que nunca mais acaba!

Uff, quase que não dá para acreditar que efetivamente têm este tipo de artigos neste livro. Mas então. Já comecei a ler do início e contam um bocadinho da história do país também por isso, menos mal. Sempre traz algumas informações sobre as quais não conhecia antes. 

O que fazer em Londres em Julho 2016

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Ora um dos eventos importantes deste mês já sabemos qual vai ser - o jogo de Portugal contra a França na final do Europeu 2016. E para quem gosta de ténis, no mesmo dia decorre a final do torneio de Wimbledon. Mas não é só de desporto que tenho para falar neste post por isso em baixo ficam mais algumas ideias:

 

Keeping up with the Jones O que é? Pop up artístico imersivo em que o público é convidado a interagir com os vários elementos dos diferentes quartos incluíndo electrodomésticos gigantes e detergentes comestíveis. Quando? De 7 a 10 de Julho. Quanto? De £17.50-£52.50. Onde? Clerkenwell.

 

Sommerset House Summer Series O que é? Vários concertos ao ar-livre incluíndo Everything Everything, James Morrison, e Laura Mvula.  Quando? De 7 a 17 de Julho. Quanto? De £29.50-£35. Onde? Aldwich.

 

MoreinCommon PicNic contra o Brexit O que é? Uma manifestação pacífica sobre a forma de picnic para que quem está contra o Brexit se encontre, partilhe ideias, discuta possibilidades. Quando? 9 de Julho. Quanto? Gratuito. Onde? Green Park.

 

Lovebox O que é? Festival de música que conta com artistas como LCD SoundSystem, Major Lazer, Katy B, Mo e outros. Quando? 15 e 16 de Julho. Quanto? £54.50 na sexta ou £58.50 no sábado. Onde? Victoria Park.

 

Midsommarstang Pop Up Party  O que é? A marca de cidra Sueca Rekorderling está a organizar uma série de festas pop up com música, cidra, festa e ambiente Sueco de celebração ao verão em três locais ao longo do Regents Canal.  Quando? Até dia 24 de Julho. Quanto? £Gratuito. Onde? Até 14 de Julho na Paddington Basin; até 24 de Julho em Granary Square em Kings Cross; e até 24 de Julho no Queen Elizabeth Park em Stratford. Notem que não decorre todos os dias da semana. Ver o link para detalhes das datas em que o evento está a decorrer.

 

Festival de Verão de Alexandra Palace O que é? Este festival conta com música, silent disco, cinema outdoor, um escorrega insuflável de água gigantesco e muito mais num ambiente agradável para toda a família. Quando? 23 de Julho. Quanto? Entrada gratuita mas algumas actividades pagas. Onde? Alexandra Palace.

 

Hackney Wick on the Beach Contem com uma zona preenchida com areia, um mercado de produtos vintage e artesanato, DJs e muitos comes e bebes ao sol. É assim que esta festa na 'praia' de Hackney Wick promete ser um dos eventos do verão. Quando? 24 de Julho.  Quanto? Gratuito antes das 18h e £5 a partir daí. Onde? Hackney Wick.